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A frota Volvo Ocean Race voa na largada da Cidade do Cabo

 

A equipa do Dongfeng de Charles Caudrelier e os espanhóis do MAPFRE largaram taco-a-taco, levando a frota Volvo Ocean Race da Cidade do Cabo em direção ao ponto mais austral do continente africano. 

 

Foi a décima primeira vez na história do evento que a frota havia largado da Cidade do Cabo, desta vez numa etapa de 6.500 milhas náuticas para Melbourne, Austrália. A chegada está prevista entre os dias 24 e 26 de dezembro. 

 

As condições eram ideais, com o famoso vento “Cape Doctor”a soprar com 20-25 nós. A frota percorreu um curto triângulo em frente à cidade, antes de seguir para a Austrália. 

 

Houve algum drama para a equipa do Dongfeng, pois teve que fazer uma mudança de última hora. Daryl Wislang sofreu uma lesão esta manhã, e a equipa decidiu não arriscar, sendo substituído por Fabien Delahaye. 

 

A previsão é para ventos muito fortes no domingo à noite, depoiso vento deve diminuir para uma breve pausa, antes de aumentar novamente à medida que a frota se aproxima do primeiro dos sistemas meteorológicos do Oceano Antártico que os levantarão para Melbourne.

 

“São as piores condições que se pode encontrar, mas também as melhores de todas", disse Stu Bannatyne, três vezes vencedor da competição, a bordo de Dongfeng em resposta a uma pergunta sobre o Oceano Austral.

 

"Felizmente, a mente humana esquece os maus momentos e só lembra do bom, e é por isso que continuamos a querer voltar".

 

Este é um sentimento que certamente será compartilhado entre os 63 tripulantes (e sete repórteres a bordo) nos próximos dias.

 

Nesta terceira etapa da Volvo Ocean Race competem dois portugueses, António Fontes no Scallywag, e o Frederico Melo no Turn the Tide on Plastic, barco de bandeira portuguesa.

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segunda-feira, 17 de maio de 2021 – 00:04:25

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