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O espaço atmosfera m, que acolhe a Exposição do Centenário da Federação Portuguesa de Atletismo (FPA) até ao próximo dia 20 de novembro, recebeu esta tarde a última Conversa do Centenário. “Dos confinamentos obrigatórios aos recordes de Portugal de Patrícia Mamona” foi o tema da conversa com o treinador José Uva, que orienta a preparação da vice-campeã olímpica do triplo-salto e recordista de Portugal, há 20 anos.
Além dos desafios impostos pelo confinamento e como foram ultrapassados, o treinador explicou que, em Tóquio, a medalha era o sonho, não o objetivo: “Desde o dia em que conheci a Patrícia até ao dia em que ganhámos a medalha nos Jogos, o nosso objetivo sempre foi saltar cada vez mais e melhor. Portanto, a medalha é vista por nós como uma consequência e não como um objetivo. Claro que tínhamos o sonho de ganhar uma medalha nos Jogos, mas para isso sabíamos que a Patrícia tinha de se aproximar dos 15 metros, marca que nunca tinha feito e para a qual os treinos não apontavam. Mas fez.”
Naquele dia, aquele salto teve o poder de mudar a vida desta equipa vencedora.
A história e as estórias deste caminho de Patrícia Mamona e de José Uva para os 15,01 metros pode ser lida no site da FPA: A preparação de Patrícia Mamona contada por José Uva • FPA (fpatletismo.pt)