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Selecção Nacional: João Malveiro "Um estímulo extra"

João Malveiro integra a Selecção Nacional de Seniores Masculinos desde 2002, um ano que ficou na memória dos adeptos do Voleibol pelo facto de Portugal se ter classificado num, a todos os níveis, brilhante 8.º lugar no Campeonato do Mundo, realizado na Argentina.
 
Agora, após a qualificação para o Europeu 2011 e a conquista da Liga Europeia 2010, a equipa lusa prepara-se para se bater de igual para igual com a elite do Voleibol mundial.
 
Nós já nos podíamos ter apurado para a Liga Mundial. Foi por pouco que não o conseguimos no ano passado, mas acho que merecemos estar inseridos na elite do Voleibol. É um estímulo extra para que todos continuemos a trabalhar, a evoluir e à procura dos melhores resultados possíveis”, salienta João Malveiro.
 
– Os objectivos já anunciados – uma classificação entre os 8 primeiros na Liga Mundial e entre os 6 ou 8 primeiros no Campeonato da Europa – são ambiciosos. A Selecção terá a força necessária para sair vitoriosa desses empreendimentos?
 

“Temos de ter a força que nos caracterizou em 2010. Se há um ano, quando foram apontados objectivos, o apuramento para o Campeonato da Europa e a vitória na Liga Europeia seriam, se calhar, metas muito ambiciosas, nós acabámos por atingir esses objectivos e acho que o continuar dessa evolução é o facto de estarmos inseridos na elite do Voleibol.

É muito importante não só que os atletas mais antigos, que já têm alguma experiência, se mantenham ao seu melhor nível, como também que continuem a aparecer jogadores mais jovens que não tenham de fazer tudo do zero outra vez”. 

O central do Castelo da Maia GC é já um veterano em termos de Liga Mundial, tendo participado em quatro edições, de 2003 a 2006. Quais as características exigidas por uma competição como a Liga Mundial?
 
A Liga Mundial impõe que a Selecção esteja sempre muito bem, muito concentrada em todos os momentos, nos treinos, nos jogos, nas viagens, que haja poucos tempos mortos que originem distracção, porque todas as equipas são muito fortes e todos os pontos são muito importantes e isso obriga a uma grande carga de motivação e de trabalho… essas coisas a que nós estamos habituados [Risos].
 
– Em relação à fase final do Europeu, o que é que Portugal poderá esperar?
 
O grupo é muito forte, mas acho que nós temos muito tempo para apurarmos a nossa forma e a própria Liga Mundial vai servir para nos preparamos condignamente.
 
Se chegarmos à competição bem física, técnica e tacticamente, penso que temos uma boa hipótese de passarmos a 1.ª fase”.
 
– O 1.º jogo, com a República Checa, poderá pesar decisivamente na prestação portuguesa…
 
Os checos tem uma equipa muito forte, mas que nós já conhecemos de alguma forma, pois disputámos, há dois anos, com a República Checa, a Holanda e a Bulgária a 3.ª ronda de apuramento para o Campeonato do Mundo de 2010.
 
Este jogo constituirá um momento importante para as duas equipas. Também é importante para eles, que ainda por cima estão a jogar em casa e creio que qualquer coisa pode acontecer.
 
Se nos prepararmos bem, penso que podemos vencer. A Rússia é, obviamente, uma equipa mais forte do que as outras três [Portugal, República Checa e Estónia], mas penso que o 2.º e o 3.º lugar estão ao nosso alcance.
 
Vai ser uma competição muito interessante”.
 
Na Liga Mundial, Portugal está inserido na Poule C da Fase Intercontinental e vai defrontar as selecções da Sérvia, da Argentina e da Finlândia.
 
No Europeu 2011, Portugal está inserido na Poule B (Karlovy Vary, na Rep. Checa) e vai defrontar as selecções da República Checa, da Rússia e da Estónia.
 
Mais informações: www.volei.tv/ www.fivb.org/ www.cev.lu
 

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quinta-feira, 7 de maio de 2026

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