Presente pela quarta vez em Fronteira para disputar mais uma edição das 24 horas, a família Reis, não teve grande sorte, pois um turbo partido, obrigou a uma paragem de uma hora e meia, o que veio estragar todos os planos da equipa.
Segundo Tiago Reis, muito cansado, depois da maratona “ estava tudo a correr bem, e por volta das três horas da manhã, estávamos em 9º lugar, já muito perto do adversário que seguia à nossa frente, quando de repente fico sem turbo, e muito devagar vim para as boxes, onde a equipa de mecânicos teve de mudar o turbo que partiu. Com isto tudo, estivemos parados cerca de noventa minutos, o que logicamente estragou toda a nossa estratégia de prova, foi azar mesmo, logo numa altura em que estávamos ao ataque sucede uma coisa deste tipo. As corridas de automóveis tem destes imponderáveis, coisas que não contamos... mas estou plenamente convencido, que com o andamento que estavamos a imprimir, que, se o turbo não tivesse partido, acabávamos dentro do “top ten”, disso não tenho a mínima duvida”.
Sobre a prova acrescentou “ a prova foi muito dura, então os pisos estavam mesmo duros, mas uma prova deste tipo é gira por causa deste tipo de dificuldade, mas para o ano se Deus quiser cá estaremos para vingar este resultado, que foi o 13º lugar na classificação geral”
De referir que Tiago Reis correu com o seu irmão Edgar Reis e com o seu pai Avelino Reis.