
Desta vez a sorte não quis nada com o Team MMA/Vitasquad, pois o Peugeot 206 de Carlos Gonçalves/Rita Martins , acabaria por partir a embraiagem com apenas dois quilómetros percorridos da primeira pec, e com isso obrigado a ter de renunciar, o Fiat Punto de Afonso Gonçalves / Nuno Monteiro foi autor duma excelente prova, enquanto o Peugeot 106 de Ana Pereira /Filipa Azevedo foi vitima dum problema elétrico, que foi resolvido pela equipa de assistência, só que excedeu o tempo necessário, e com isso víria mais tarde a ser desclassificada, numa altura em que lutava por uma posição nos lugares da frente.

Sobre toda esta epopeia, Carlos Gonçalves, começou por nos dizer “desta vez as coisas não correram tão bem para o Team MMA/Vitasquad, pois quanto ao meu Peugeot 206, tanto eu como a Rita Martins apenas fizemos dois quilómetros da 1ª classificativa, onde ficamos pelo caminho com a embraiagem partida. Ainda tentei ver se resolvia o problema, mas a complexidade do mesmo era de tal ordem, que não dava, e com muita tristeza, passei logo de participante a mero espectador.Depois quanto à dupla Afonso Gonçalves/Nuno Monteiro, foram autores duma excelente prova, a andar sempre nos limites, terminando o Rali de Montelongo na 20 ª posição na classificação geral, segundo na categoria x 1.8 e finalmente nonos na categoria X 1, prova deveras positiva, sempre a lutar pela liderança. Depois no caso do Peugeot 106 da Ana Pereira/Filipa Azevedo, a sorte também nada quis com elas, pois um problema elétrico, obrigou a uma intervenção um pouco mais demorada por parte da nossa equipa de assistência, que acabou por gastar mais uns minutos para além do tempo permitido, e com isso viria a ser desclassificada. Independentemente de tudo a dupla feminina ainda voltou à estrada, sempre na luta por uma boa posição, mas acabaria por ser desclassificada, o que foi pena, pois estava afazer uma boa prova, foi pena, confesso, mas os regulamentos são para ser cumpridos”, conclui Carlos Gonçalves o “ big boss” do Team MMA/Vitasquad.
