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Braga reforça meios humanos e materiais do Dispositivo Municipal de Vigilância e 1.ª Intervenção

Decorreu hoje, dia 3 de junho, a apresentação do Dispositivo Municipal de Vigilância e Primeira Intervenção, numa iniciativa que contou com a presença dos vários agentes e entidades, assim como uma mostra de meios operacionais e de veículos.
 
Este dipositivo conta, para as ações de vigilância, com um total de 53 operacionais - mais 11 que em 2024 - e 18 viaturas. Já na primeira intervenção o número de operacionais sobe para 234, tendo à disposição 17 viaturas para combate a incêndio. Este dispositivo conta ainda com outros meios complementares de apoio.
O presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, afirmou que esta é uma área que exige respostas cada vez mais qualificadas e meios reforçados. “Temos efetuado esse caminho com a concretização de diversos investimentos, que representam uma parte substancial do orçamento municipal. Tudo foi preparado e mobilizado para que possamos responder com a maior eficácia”, disse.
 
O Edil destacou ainda a importância da cooperação entre diferentes instituições. “Temos construído excelentes parcerias que permitem criar uma resposta concelhia eficaz. Todos os envolvidos têm mantido uma postura de enorme empenho e colaboração, algo fundamental numa área tão sensível como a da proteção civil, em que temos plena consciência de que o futuro trará riscos acrescidos e ainda mais diversos”, afirmou.
 
Também Altino Bessa, vereador da Proteção Civil, destacou o esforço contínuo de reforço das capacidades locais. “A nossa capacidade de resposta tem evoluído de forma sustentada, com mais meios humanos e materiais. Este ano recrutámos mais 29 Bombeiros Sapadores, reforçámos a formação dos nossos operacionais e investimos na melhoria das infraestruturas de apoio”, disse, salientando o apoio do programa Norte 2030, através da CIM Cávado, que permitiu investir cerca de 600 mil euros no reforço dos equipamentos dos Bombeiros Sapadores, Bombeiros Voluntários e Proteção Civil.
Braga reivindica regresso de meio aéreo ligeiro
 
Ao nível das infraestruturas, o Município investiu cerca 400 mil euros no Aeródromo Municipal de Braga com o objetivo de garantir a disponibilidade de meios aéreos de combate a incêndios.
 
“Não existem motivos para não termos um meio aéreo ligeiro no nosso aeródromo, além do meio mais pesado, o Kamov, de que já dispomos. Todas as condições estão garantidas e reiteramos o apelo para que este meio volte a ser disponibilizado no nosso concelho por uma questão de cobertura territorial”, salientou Ricardo Rio.
 
Também Altino Bessa exigiu o regresso do meio aéreo ligeiro a Braga que foi retirado em 2023. ”Continuamos a reivindicar o que nos parece lógico e justo. Do ponto de vista estratégico, Braga é o local ideal para fazer uma cobertura muito significativa da região”, afirmou.
 

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sábado, 18 de abril de 2026

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