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Informação Cultural
Programação da segunda edição do Proença-a-Nova Rock Fest nos dias 29 e 30 de Junho
Informação Cultural
Programação da segunda edição do Proença-a-Nova Rock Fest nos dias 29 e 30 de Junho

Dia 29 de Junho

São sombras vagas de final de tarde que povoam o universo d’O GAJO e nos contam histórias da cidade oculta.
“5300 noites” passadas no “Miradouro da Batucada” onde “A Carteirista” aguarda paciente ao som do “Cego e a Guitarra”. Assim navega o “Navio dos Loucos”, comandado pelas mãos que tecem emoções e pensamentos.
“Longe do Chão” é um voo sobre nós próprios embalados por uma Viola Campaniça que nos enche como a maré e nos inunda com sentimentos de naufrágio.
Dia 30 de Junho



A música para Poli Correia (Sam Alone) é uma forma de contar histórias sinceras sobre pessoas comuns com que todos nos podemos relacionar. Sobre o crescimento, lutas quotidianas e heróis do dia-a-dia.
Sam Alone está armado com a sua “Working Class Rifle“, uma velha guitarra áspera, e acompanhado pelos Gravediggers, um grupo de pessoas com pensamento similar e que partilham a mesma visão de tocar música orgânica, música para o povo.
Com um enraizamento na folk americana e nas canções de protesto clássicas, trazem uma abordagem fresca e contemporânea. O cantor e guitarrista, que foi nomeado como a personalidade a ter em conta na música em 2016 pelo Notícias Magazine, não é novato no mundo da música internacional. Ele e o guitarrista Pedro Matos costumam tocar pelo mundo com a banda de hardcore Devil In Me. Em Sam Alone, a mensagem é: manter uma atitude positiva, enquanto se lida com a frustração das injustiças sociais, lutando para que o mundo se torne num lugar melhor. A estrada, amigos e família são algumas das principais influências da banda de seis músicos.

Os Twist Connection, banda de Coimbra é formada por Carlos “Kaló” Mendes, bateria e voz ( Tédio Boys, Wray Gunn, bunnyranch, Parkinsons), Samuel Silva, guitarra ( Jack Shits), Sérgio Cardoso, baixo ( É Mas Foice, Wray Gunn).
Influenciados por uma série de estéticas do Séc XX que entraram pelo novo milénio, desde os 50´s ao Punk , encontram em 2018 a própria identidade, ou pelo menos fazem por isso. Não são do Garage nem de qualquer vaga Psicadélica .
Gostam de Rock´n´Roll, praticam-no, e se quiserem saber mais vão ter que ver e ouvir.