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Figueira da Foz abre calendário da escalada nacional com Taça de Portugal de Bloco

 

 

A época desportiva da Federação Portuguesa de Escalada de Competição (FPME) arranca sábado com a Taça de Portugal de Bloco, colocando em prova os melhores escaladores nacionais nos escalões etários de sub-15, sub-17 e sub-19, numa organização do Clube de Montanha da Figueira da Foz, em parceria com o Agrupamento de Escolas do Paião e Câmara Municipal da Figueira no Pavilhão Municipal, no Paião.

 

Um espetáculo de escalada do mais alto nível e que reúne grande expectativa pela estreia de um novo formato de competição em que os escaladores terão de passar por uma fase de qualificação de seis blocos e uma final, replicando aquilo que encontrarão nas provas internacionais da International Federation of Sport Climbing.

 

Uma das figuras da prova será, inevitavelmente, Natércia Crisanto, de apenas 15 anos, atleta que se notabilizou por ser a primeira atleta portuguesa a qualificar-se para uma meia-final europeia, em setembro do ano passado, em Troyes, França, na variante de dificuldade.

 

 

Um foco que Natércia aceita com naturalidade: Não estou muito preocupada. Vou com uma atitude relaxada pois não quero colocar demasiada pressão em mim mesma, mas o objetivo será sempre ganhar.”

 

Acerca do novo formato de prova, Natércia tem uma opinião positiva: Acho que [o novo formato] vai ajudar-nos a evoluir e vai ajudar a familiarizarmo-nos mais facilmente com o que encontramos lá fora.”

 

Até porque as ambições de Natércia Crisanto para 2025 são grandes para a competição internacional, assume: Gostaria agora de fazer uma meia-final europeia de bloco e evoluir na vertente de dificuldade e alcançar uma final, desta vez.”.

 

Bruno Gaspar dirigente do Clube de Montanha da Figueira da Foz, faz o enquadramento desta prova e do seu significado para a modalidade em Portugal: 

 

“É uma prova muito importante porque estamos a falar de jovens que estão na calha para ascender à dimensão internacional. Esta prova como lançamento do calendário de competições, assume grande importância porque permite adequar o formato ao contexto internacional e aumentar a competitividade interna para que os atletas vão mais bem preparados.”

 

Uma prova que tem uma logística pesada, em que a organização leva quatro a cinco dias para preparar os blocos. Depois, o trabalho dos “routesetters” define os percursos das qualificações e finais. Tudo isto além do trabalho da equipa de vídeo mais o suporte de secretariado e classificações.

 

Tudo com o objetivo final de proporcionar um grande espetáculo de escalada e “afinar” estes jovens escaladores para voos mais altos no panorama da modalidade.

 

 

Periodicidade Semestral

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026 – 21:59:09

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