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Dos superautomóveis ao "supercarregamento"

 

O que terá feito com que um engenheiro e fanático por automóveis de elevado desempenho, não só mudasse a sua preferência de modelo, mas trocasse o seu superautomóvel alemão por um 100% elétrico e se tornasse o primeiro proprietário do novo Nissan LEAF em Singapura? A resposta: um teste de condução de 30 minutos, um automóvel único e uma visão.

 

 

«Apaixonei-me imediatamente. Tinha tudo aquilo de que gosto num automóvel e soube logo que queria um. Comprei o automóvel numa semana», explica um sorridente Christian Sauzedde, diretor executivo da Astuce Technologies e o primeiro proprietário do novo Nissan LEAF em Singapura.

 

Embora a mudança de conduzir um superautomóvel para um automóvel elétrico possa parecer extrema, quando se conhece Christian, nascido em França e desde há 30 anos um enérgico empresário e residente em Singapura, apercebemo-nos que, ao longo dos anos, os automóveis se tornaram uma forma de o representar, às suas paixões e às suas aspirações. Esta ligação começou cedo.

 

Christian lembra-se do emocionante primeiro momento, em Paris, na década de 1950, ao ver o seu pai a trocar "de uma bicicleta para um automóvel", naquele que foi o seu primeiro encontro com a forma como um automóvel pode ajudar a mudar a nossa vida. «Eu e o meu pai fomos ver o automóvel e eu estava muito entusiasmado. A partir desse momento, para mim, um automóvel representava liberdade. Poder ir onde quiser, quando quiser».

 

Depois, aos 18 anos, como não tinha possibilidades para comprar um automóvel, Christian fez a melhor coisa que podia: construiu um buggy de praia, juntando peças de um Volkswagen, cortando o chassis à mão e mais tarde, trocando o motor por um da Porsche. Nas décadas seguintes, o amor de Christian pela mecânica e pelos motores continuou com os superautomóveis: teve sete.

 

Entretanto, a sua carreira profissional instigou nele o aspeto mais significativo da sua vida: a sensibilização ambiental.

 

«Quando comecei a trabalhar numa fábrica de papel em Paris, o facto de utilizar resíduos de papel mostrou-me que não devíamos utilizar os recursos do planeta de uma forma tão pródiga. Devemos ser cuidadosos com aquilo que temos», afirma. «Eu e a minha mulher agora temos e gerimos uma empresa em Singapura especializada na reciclagem de papel e polpa. E percebi que as minhas atividades profissionais, que poupam milhões de toneladas de CO2, não estavam de acordo com as minhas escolhas pessoais de condução».

 

A mudança para um automóvel elétrico foi, portanto, uma evolução natural. Depois de apenas um teste de condução, comprou o Nissan LEAF. «Há tantas coisas incríveis no Nissan LEAF. O e-Pedal é uma das mais fantásticas. Basta carregar num pedal e obtenho potência total. A agilidade. O motor, a facilidade de condução. Sente-se que o automóvel faz tudo aquilo que se quiser. Não sinto isso nem mesmo num superautomóvel. Num superautomóvel, “luta-se” com ele».

 

A facilidade inesperada que sentiu ao conduzir e ter um automóvel elétrico aumentou o encanto: «Com o Nissan LEAF obtém-se um novo prazer de condução. A sensação é de que se trata da projeção do meu próprio movimento. É muito suave. Este automóvel é uma afirmação e é extremamente divertido de conduzir. O binário é constante e nem sequer sinto falta do ruído do motor!»

 

Além da experiência de condução, é a vertente mais ampla da sustentabilidade que verdadeiramente consolidou a sua decisão de mudança para um automóvel elétrico e de, também, defender essa mudança perante os outros.
 
«Ser o primeiro proprietário do novo Nissan LEAF em Singapura é definitivamente um bom título! Mas, mais importante, este automóvel representa uma mudança em que todos temos de pensar e sentirmo-nos responsáveis por fazê-la acontecer. A população aumenta, mas o tamanho do planeta não se altera. Estamos a consumir mais de tudo. A longo prazo, o que vai sobrar? Não há desculpa para o desperdício. Devemos respeitar tudo o que está relacionado com a vida».

 

Agora, depois de ser proprietário de um automóvel elétrico há seis meses, a derradeira questão que permanece é: o que diria agora a outro amante de superautomóveis relativamente à mudança para um automóvel elétrico?

 

«Os automóveis elétricos não são uma cedência entre desempenho e conforto. Diria: experimente. Os motores elétricos conseguem atingir velocidades extremamente elevadas. A autonomia também é perfeitamente conveniente, uma vez que basta carregar o automóvel durante o tempo que passamos no escritório. No futuro, o mundo será totalmente elétrico. É uma questão de tempo. E espero que um dia este automóvel, o Nissan LEAF, “corra” lado a lado com um superautomóvel. Eu sei qual vai ganhar!»

 

 

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quarta-feira, 23 de junho de 2021 – 07:38:09

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