Terminaram ontem os 46.ºs Campeonatos Internacionais de Badminton que estiveram sedeados durante quatro dias no Centro de Alto de Rendimento das Caldas da Rainha.
Este dia de todas as decisões ficou marcado pelo facto de cada uma das finais ter colocado frente-a-frente atletas do mesmo país.
Numa final inteiramente inglesa nos pares mistos, Robin Middleton e Alex Langley venceram Ben Stawski/Lauren Smith, por 25-23 e 21-19.
Em singulares senhoras, num duelo gaulês Sashina Vignes Waran, segunda cabeça-de-série, impôs-se a Atu Rosalina pelos parciais de 21-11 e 21-15.
“Foi muito bom ganhar, foi um jogo difícil no entanto já tinha jogado contra Atu, conhecia bem o seu jogo. De qualquer forma quando entrei em campo estava nervosa mas correu bem, ganhei. É o primeiro titulo internacional que ganho, é muito importante para mim. Foi realmente muito bom.” – comentou Sashina.
No terceiro jogo da manhã, as inglesas Alex Langley e Lauren Smith superiorizaram-se às compatriotas Helen Davies e Alyssa Kim, por 14-21, 21-14 e 21-17.
Em singulares homens, um duelo germânico entre o segundo e o terceiro cabeça-de-série, com Sven-Eric Kastens, 85.º da hierarquia mundial, a superiorizar-se a Lukas Schmidt (97.º), por 15-21, 21-18 e 21-11.
“É sempre muito difícil jogar com atletas alemães, conhecemos bem a nossa forma de jogar . Nós treinamos muito na Alemanha, duas vezes por dia. A primeira parte podia ter corrido melhor. Foi uma vitória difícil, especialmente para mim. Marcar presença nos Jogos Olímpicos vai ser muito difícil, mas vou continuar a dar o meu melhor e tentar conseguir o apuramento. Nunca dizer nunca. Vou tentar.” – frisa o atleta germânico visivelmente satisfeito.
Por fim, numa final totalmente dinamarquesa, Niclas Nohr e Mads Pedersen venceram Mats Bue e Anders Skaarup Rasmussen, por 28-26, 16-21 e 21-17.
Em jeito de rescaldo, Joaquim Lopes, Vice-Presidente da Federação Portuguesa de Badminton, faz uma análise do torneio: “O balanço é fácil. Quando as coisas chegam a esta altura e não houve nenhum acidente a nível do transporte e tudo correu bem com o alojamento. Houve uma organização bem estruturada, corre tudo bem. O balanço é positivo. Já temos coisas agendadas e a melhorar para as próximas competições.”
O dirigente admite ter pena de não ver nenhum atleta português na final, “Tenho a lamentar os resultados dos atletas portugueses que, infelizmente, não conseguiram chegar à final, mas saliento a importância para a cidade, Caldas da Rainha, e a organização extraordinária com uma equipa de excepção da federação.”
“As bases do Badminton têm vindo a aumentar. O que não aumenta é o “combustível” a nível financeiro para nos deixar com algum à vontade. Estamos sempre a pensar nos fornecedores, nos parceiros. Quero salientar que estas dificuldades nada têm a ver com o ano passado, até ao final de Dezembro, mas sim, desde Janeiro deste ano devido às verbas que não nos têm chegado. Houve um assumir de compromissos que não foram respeitados”, acrescentando ainda que “o CAR [Centro de Alto Rendimento] é um óptimo projecto, agradecemos à Secretaria de Estado do Desporto, pois estão muito bem conseguidos. Poderíamos, com facilidade, duplicar um sistema de consistência, mas os apoios são poucos. A Câmara Municipal das Caldas da Rainha está sem fundos. Em 19 anos, lamento não ter conseguido uma parceria sólida connosco.”, conclui Joaquim Lopes.
Este dia de todas as decisões ficou marcado pelo facto de cada uma das finais ter colocado frente-a-frente atletas do mesmo país.
Numa final inteiramente inglesa nos pares mistos, Robin Middleton e Alex Langley venceram Ben Stawski/Lauren Smith, por 25-23 e 21-19.
Em singulares senhoras, num duelo gaulês Sashina Vignes Waran, segunda cabeça-de-série, impôs-se a Atu Rosalina pelos parciais de 21-11 e 21-15.
“Foi muito bom ganhar, foi um jogo difícil no entanto já tinha jogado contra Atu, conhecia bem o seu jogo. De qualquer forma quando entrei em campo estava nervosa mas correu bem, ganhei. É o primeiro titulo internacional que ganho, é muito importante para mim. Foi realmente muito bom.” – comentou Sashina.
No terceiro jogo da manhã, as inglesas Alex Langley e Lauren Smith superiorizaram-se às compatriotas Helen Davies e Alyssa Kim, por 14-21, 21-14 e 21-17.
Em singulares homens, um duelo germânico entre o segundo e o terceiro cabeça-de-série, com Sven-Eric Kastens, 85.º da hierarquia mundial, a superiorizar-se a Lukas Schmidt (97.º), por 15-21, 21-18 e 21-11.
“É sempre muito difícil jogar com atletas alemães, conhecemos bem a nossa forma de jogar . Nós treinamos muito na Alemanha, duas vezes por dia. A primeira parte podia ter corrido melhor. Foi uma vitória difícil, especialmente para mim. Marcar presença nos Jogos Olímpicos vai ser muito difícil, mas vou continuar a dar o meu melhor e tentar conseguir o apuramento. Nunca dizer nunca. Vou tentar.” – frisa o atleta germânico visivelmente satisfeito.
Por fim, numa final totalmente dinamarquesa, Niclas Nohr e Mads Pedersen venceram Mats Bue e Anders Skaarup Rasmussen, por 28-26, 16-21 e 21-17.
Em jeito de rescaldo, Joaquim Lopes, Vice-Presidente da Federação Portuguesa de Badminton, faz uma análise do torneio: “O balanço é fácil. Quando as coisas chegam a esta altura e não houve nenhum acidente a nível do transporte e tudo correu bem com o alojamento. Houve uma organização bem estruturada, corre tudo bem. O balanço é positivo. Já temos coisas agendadas e a melhorar para as próximas competições.”
O dirigente admite ter pena de não ver nenhum atleta português na final, “Tenho a lamentar os resultados dos atletas portugueses que, infelizmente, não conseguiram chegar à final, mas saliento a importância para a cidade, Caldas da Rainha, e a organização extraordinária com uma equipa de excepção da federação.”
“As bases do Badminton têm vindo a aumentar. O que não aumenta é o “combustível” a nível financeiro para nos deixar com algum à vontade. Estamos sempre a pensar nos fornecedores, nos parceiros. Quero salientar que estas dificuldades nada têm a ver com o ano passado, até ao final de Dezembro, mas sim, desde Janeiro deste ano devido às verbas que não nos têm chegado. Houve um assumir de compromissos que não foram respeitados”, acrescentando ainda que “o CAR [Centro de Alto Rendimento] é um óptimo projecto, agradecemos à Secretaria de Estado do Desporto, pois estão muito bem conseguidos. Poderíamos, com facilidade, duplicar um sistema de consistência, mas os apoios são poucos. A Câmara Municipal das Caldas da Rainha está sem fundos. Em 19 anos, lamento não ter conseguido uma parceria sólida connosco.”, conclui Joaquim Lopes.