Concertos ao ar livre gratuitos celebram aniversário da Amadora

9 e 10 setembro | Concertos ao ar livre gratuitos celebram aniversário da Amadora
 
Parque Central | Estátua José Afonso – Palco Cidade | Entrada Livre
 
Os concertos ao ar livre gratuitos estão de regresso à Amadora!
 
Setembro é um mês especial para a Amadora. De 7 a 17 de setembro, todos os caminhos vêm dar aqui, para comemorar os 44 anos do município.
Em vários locais da cidade, haverá muita música, dança, exposições, desporto, Festa do Livro e muito mais. Venha celebrar connosco!
 
Os concertos ao ar livre arrancam dia 9 de setembro (sábado), a partir das 21h30, com Papillon, um dos MC’s mais energéticos e genuínos da música portuguesa.
A animação continua com Dino D'Santiago, artista algarvio que dispensa apresentações, que a partir das 23h00, apresenta o 2.º momento musical da noite.
 
No domingo - 10 de setembro - a noite pertence a estas duas extraordinárias intérpretes: Ana Bacalhau e Ana Moura.
Pelas 21h30, Ana Bacalhau sobe ao Palco Cidade para nos presentear com a sua magnífica voz.
O 2.º momento musical da noite traz os ritmos inconfundíveis de Ana Moura, para encerrar em alta os concertos ao ar livre do “Amadora em Festa” deste ano.
 
9 setembro (sábado)
Papillon | 21h30 (1.º Momento)
A sua polivalência transporta-nos para uma viagem de emoções que vai do amor à mágoa, passando pela superação dos desafios e, ultimamente, uma celebração da vida, da qual resulta uma ligação íntima com o público.
Essa ligação já se fazia sentir por todo o seu contributo como membro dos GROGnation mas foi consolidada em 2018 com o lançamento do seu primeiro álbum, Deepak Looper, uma auto-reflexão sónica que explora as raízes, cicatrizes, e os processos de aprendizagem do rapper.
Deepak Looper nasce de um processo criativo com produção executiva de Slow J, em colaboração com artistas como Plutonio, Lhast, Holly, Fumaxa, Charlie Beats, entre outros. Desta sinergia surgiram temas de destaque como Iminente, Impasse e Impec.
Enquanto prepara o seu próximo álbum, Papillon tem presenteado o Mundo com alguma da sua melhor música: o single de platina Sweet Spot (ft. Murta) e os singles de ouro Camadas e 00 Fala Bonito.
 
Dino D'Santiago | 23h00 (2.º Momento)
Dino D'Santiago, natural de Quarteira, é hoje uma figura central da música portuguesa. Em termos musicais trabalha a tradição cabo-verdiana com o peso contemporâneo da eletrónica global, como prova o hino "Kriolu", com a colaboração de Julinho KSD e co-produção de Branko. O artista algarvio, porém, já ultrapassou qualquer fronteira musical e social.
Com um ano de 2022 absolutamente avassalador, a começar pela lotação esgotada no Coliseu dos Recreios (Lisboa), passando por momento incontornáveis como o NOS Alive, MEO Marés Vivas, entre outros, o músico português afirma-se cada vez mais como um dos principais protagonistas da música contemporânea feita em português.
Dino D'Santiago é, sem dúvida, um nome incontornável da atual música feita em Portugal.
 
10 setembro (domingo)
Ana Bacalhau | 21h30 (1.º Momento)
Além de uma intérprete ímpar, que em palco se entrega sempre como se aquela pudesse ser a última vez que a ouvimos e vemos ao vivo, Ana Bacalhau tem cada vez mais uma palavra a dizer na escrita das letras e das músicas que interpreta.
Em 2022 a artista editou o seu último single, Orelhas Moucas, produzido por João Só. Esta canção, cujo título provém de uma expressão popular, sublinha uma forma de lidar com a rejeição num malhão animado que nos dá vontade de dançar.
Recorde-se que após dez anos a dar voz às canções da Deolinda, Ana Bacalhau estreou-se a solo em 2017 com Nome Próprio, revelando em 2021 o álbum sucessor Além Da Curta Imaginação de forma a «Criar novos mundos, que possam materializar-se neste. Criar novos mundos, para que as experiências de dor e perda possam ser sublimadas.». Palavras de Ana Bacalhau.
 
Ana Moura | 23h00 (2.º Momento)
Ana Moura mistura o fado e o semba, a morna e a kizomba, o samba e o choro, o morro e a pista, o passado e o futuro num alinhamento com quase duas dezenas de títulos em que se encontram alguns reveladores interlúdios que funcionam como pontos cardeais do seu percurso. Há serras e paisagens remotas, igrejas e altares, aviões e cachupa, arraiais e campos de trigo. Há toda uma viagem para que Ana nos convida, bastando-nos fechar os olhos. A produção aponta ao futuro, sem medo de quebrar dogmas ou de desbravar novos caminhos e para tal, por vezes, só a voz é suficiente, como nos mostra em “Trigo”, tema em que Ana harmoniza consigo mesma, deixando que a voz nos preencha os ouvidos com pormenores de autêntica filigrana, tal a forma como as diferentes pistas se entrelaçam num rendilhado de absoluto arrebatamento.
 
Não perca estes espetáculos. Venha festejar connosco!
 
Parque Central | Estátua José Afonso – Palco Cidade
Entrada livre
 

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