
“Se nos deixarmos diluir com a chuva
Ainda poderemos chegar ao mar durante a noite.”
Considerado por alguns como “o Príncipe da Melancolia” ou como “o mais contemporâneo dos fadistas”, Duarte apresenta (ou apresenta-se) “Só a Cantar”.
Depois de cantar o fim de uma relação, nos quatro actos de “Sem Dor nem Piedade”, Duarte canta agora histórias que venceram a solidão. Um disco que elogia o ser capaz de estar só, o ser capaz de partir sozinho.
Com produção de João Gil, “Só a Cantar” é composto por onze temas. A orientação artística é de Aldina Duarte que contribui com a sua autêntica e significativa vivência de trabalho na matéria dos fados, apontando quais as melhores melodias do fado tradicional que serviriam as letras de Duarte.
Em “Só a Cantar”, para além do tema original composto por José Mário Branco, são reinventados cinco fados tradicionais, quatro temas inéditos de Duarte e um tema do Cancioneiro Popular Alentejano.
O registo dos cinzentos, a atitude contracorrente e a não importância dada ao mainstream são factores que marcam o caminho do fadista/cantautor e que confirmam “Só a Cantar” enquanto objecto de um espaço próprio, na manifestação artística de Duarte.
"Porque fazer de novo é cuidar dos conteúdos, sem nos perdermos na ilusão dos efeitos."
Depois de cantar o fim de uma relação, nos quatro actos de “Sem Dor nem Piedade”, Duarte canta agora histórias que venceram a solidão. Um disco que elogia o ser capaz de estar só, o ser capaz de partir sozinho.
Com produção de João Gil, “Só a Cantar” é composto por onze temas. A orientação artística é de Aldina Duarte que contribui com a sua autêntica e significativa vivência de trabalho na matéria dos fados, apontando quais as melhores melodias do fado tradicional que serviriam as letras de Duarte.
Em “Só a Cantar”, para além do tema original composto por José Mário Branco, são reinventados cinco fados tradicionais, quatro temas inéditos de Duarte e um tema do Cancioneiro Popular Alentejano.
O registo dos cinzentos, a atitude contracorrente e a não importância dada ao mainstream são factores que marcam o caminho do fadista/cantautor e que confirmam “Só a Cantar” enquanto objecto de um espaço próprio, na manifestação artística de Duarte.
"Porque fazer de novo é cuidar dos conteúdos, sem nos perdermos na ilusão dos efeitos."
Alinhamento
Vai de Roda (Duarte)
Dizem (Duarte/Fado Perseguição)
Rapariga da Estação (Duarte)
Doméstica Solidão (Duarte/Fado Zé António de Quadras)
Rimbaud (Duarte/Duarte e Rogério Ferreira)
Covers (Duarte/Fado Pechincha)
Às Tantas (Duarte)
Sobretudo Cinzento (Duarte/Fado Raúl Pinto)
Mordi a Tua Mão (Duarte/Fado Cuf)
Que Fado é esse afinal? (Duarte/José Mário Branco – Fado Gripe)
Maria da Rocha (João Monge/Popular)
Ficha Técnica
Voz: Duarte
Guitarra Portuguesa: Paulo Parreira
Viola: Rogério Ferreira
Viola Baixo: Daniel Pinto
Guitarra Portuguesa: Pedro Amendoeira (em Vai de Roda, Doméstica Solidão e Covers)
Voz: Mara (em Às Tantas)
Viola: João Gil (em Maria da Rocha)
Produção Musical: João Gil
Produção Executiva: Alain Vachier
Edição, Mistura e Masterização: Fernando Nunes (Gravado no Estúdio “Pé de Vento” em Fevereiro/Março/Dezembro de 2017 e Janeiro de 2018)
Fotografia: Kenton Thatcher
Design: António Faria
Tradução Inglesa: Maria do Céu Costa
Tradução Francesa: Ariel de Bigault
Voz: Duarte
Guitarra Portuguesa: Paulo Parreira
Viola: Rogério Ferreira
Viola Baixo: Daniel Pinto
Guitarra Portuguesa: Pedro Amendoeira (em Vai de Roda, Doméstica Solidão e Covers)
Voz: Mara (em Às Tantas)
Viola: João Gil (em Maria da Rocha)
Produção Musical: João Gil
Produção Executiva: Alain Vachier
Edição, Mistura e Masterização: Fernando Nunes (Gravado no Estúdio “Pé de Vento” em Fevereiro/Março/Dezembro de 2017 e Janeiro de 2018)
Fotografia: Kenton Thatcher
Design: António Faria
Tradução Inglesa: Maria do Céu Costa
Tradução Francesa: Ariel de Bigault
No dia 23 de Fevereiro o fadista sobe ao palco do Auditório Acácio Barreiros no C.C. Olga Cadaval em Sintra - 22h00
Um disco a ouvir, um espectáculo a não perder!