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Notícias

Jo-Wilfred Tsonga abrilhanta Millennium Estoril Open

 

 

º9 ATP e líder da geração atual do ténis francês

Portentoso ténis ofensivo mesmo em terra batida

Duplo semifinalista em Roland Garros

Top 10 em seis das últimas oito temporadas

Director do torneio: “Carismático e espectacular”

De cognome ‘Ali’, é sósia de Mohammad Ali

 

A 3Love, entidade responsável pela organização do Millennium Estoril Open, anunciou hoje (segunda-feira) o primeiro tenista do top 10 a integrar o elenco do único evento português inserido no calendário do ATP World Tour. Trata-se de Jo-Wilfried Tsonga, que figura actualmente na nona posição da hierarquia mundial.

 

Estou muito contente por jogar em Portugal, tenho ouvido muitos elogios acerca do novo torneio no Estoril e vai ser bom voltar a Cascais. Espero poder jogar o meu melhor ténis diante dos fãs portugueses”, comenta o francês – que se junta ao seu compatriota Gilles Simon, aos jovens Nick Kyrgios e Borna Coric, e ao português João Sousa no lote de jogadores já anunciados para a segunda edição do torneio luso agendado para o C. T. do Estoril, entre 23 de Abril e 1 de Maio.

 

Estamos orgulhosos de poder anunciar o nosso primeiro top 10, sem dúvida um dos mais carismáticos jogadores do circuito ATP; o seu currículo em todas as superfícies fala por si, com destaque para o facto de as duas recentes presenças nas meias-finais de Roland Garros atestarem a eficácia do seu ténis ofensivo na terra batida”, analisa João Zilhão, director do torneio; “essa competitividade no pó-de-tijolo foi importante no momento de chegarmos a um acordo com aquele que é o líder natural da equipa francesa da Taça Davis. Para além disso, Tsonga é daqueles tenistas que todos desejam ver actuar ao vivo, com o seu grande serviço, a sua poderosa direita e um jogo de rede espectacular. Fora do court, Jo-Wilfried também promete animar as camadas mais jovens e é sempre um grande entusiasta dos ATP Stars Program

 

Carradas de carisma

 

Jo-Wilfried Tsonga pertence àquela classe de jogadores que criam uma tal empatia com o público que podem ‘incendiar’ um estádio com um simples gesto ou um mero sorriso – e também, no seu caso, com um delicado vólei-amortie ou um possante smash em suspensão. Sabe interagir com os espectadores como poucos e é o mais digno herdeiro do lendário Yannick Noah – de regresso ao ténis ao mais alto nível enquanto capitão da selecção francesa da Taça Davis.

 

Nascido em 1985 numa cidade mais conhecida nos desportos motorizados (Le Mans),Jo-Wilfried Tsonga foi uma das principais figuras mundiais nos escalões juvenis (campeão do US Open e número 2 de sub 18 em 2003), mas teve alguns problemas na transição para o circuito profissional devido a lesões nas costas e nos joelhos. Começou a recuperar o tempo perdido ao mais alto nível em 2008, quando acedeu à final do Open da Austrália após asfixiar Rafael Nadal nas meias-finais graças a uma extraordinária avalanche ofensiva. Na decisão do título só perderia no tie-break do quarto-set diante de Novak Djokovic, mas o público estava completamente do seu lado. Nessa época ganhou o Masters 1000 de Paris-Bercy, tendo a ver a final a segunda maior audiência televisiva do Canal+ para um programa desportivo.

 

Entre 2008 e 2009 tornou-se no primeiro tenista francês a terminar em anos consecutivos no top 10 desde Yannick Noah nos anos 80; acabou seis das últimas oito épocas nessa elite (melhor ranking: 5º). Mas se as comparações com Yannick Noah são naturais pelo estilo atacante e por também ser filho de mãe francesa e de um pai das ex-colónias, desde muito jovem tem sido frequentemente equiparado ao maior pugilista de todos os tempos devido a impressionantes semelhanças com o mítico Muhammad Ali que lhe valeram precisamente a alcunha de ‘Ali’ no circuito. E ver Jo-Wilfried Tsonga bailar no fundo do court para se desviar da esquerda e depois atacar com a pancada de direita ou vir para a rede faz mesmo recordar aquela frase que tão bem caracterizava Muhammad Ali: «voa como uma borboleta e pica como uma vespa».

 

Jo-Wilfried Tsongajá bateu Federer, Nadal, Djokovic e Murray, apresentando 12 títulos ATP World Tour em 22 finais; no âmbito do Grand Slam destacam-se a final no Open da Austrália (2008) e meias-finais em Wimbledon (2011/12) e Roland Garros (2013/15), para além de finais no ATP World Tour Finals e Taça Davis.

 

 

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domingo, 19 de maio de 2019 – 08:21:16

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