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15.º Portugal de Lés-a-Lés: Reconhecimento revela percurso de entusiasmante variedade

Encerrado o período de inscrições com adesão máxima, preenchendo a totalidade dos 1000 lugares disponíveis para a 15.ª edição do Portugal de Lés-a-Lés, começam a ser conhecidos mais pormenores do trajeto entre Fafe e Aljezur. Percurso intenso, atravessando o interior de um País único, por muitos desconhecido, na ligação entre Fafe e Aljezur com pernoita em Castelo de Vide, de 8 a 10 de junho.
 
Conhecidas que eram as linhas mestras da segunda etapa do 15.º Portugal de Lés-a-Lés, de Castelo de Vide a Aljezur, tempo para desvendar alguns segredos da tirada que, partindo de Fafe, levará a longa e colorida caravana até à vila alentejana. O percurso, pelo interior Norte e Centro do País, sem tocar o litoral mas sem chegar à zona raiana, oferece mudança de cenário quase constante, em caleidoscópio paisagístico que vai variando as serranias mais inóspitas e cenários de moderna urbanização, atravessando cidades e vilas de encantos escondidos.
 
De garantida formosura, o trajeto será inédito na maior parte da extensão e repleto de momentos verdadeiramente únicos, quase rocambolescos, como a visita à Cova do Lobisomem. Entre aldeias que vão variando entre a construção baseada no xisto e no granito, a caravana da maior maratona mototurística da Europa vai descobrir uma ponte romana aberta apenas a trânsito de motociclos, vai visitar dois museus (o do Caramulo e da Geodesia, no Picoto da Milriça, centro geodésico de Portugal Continental, em Vila de Rei) e vai provar algumas das estrelas gastronómicas do País. Das cerejas em Góis ao presunto em Mação, depois do almoço em Tondela, no distrito de Viseu, com tempo ainda para visitar os oleiros de Molelos, onde desde épocas ancestrais se trabalha o barro negro de forma única.
 
Com cerca de 430 quilómetros de extensão e milhares de curvas em estradas de excelente piso e bom desenho, o percurso contará com pequenos troços de terra batida, e todos eles de facílima transposição, no Marco de Canavezes, na serra da Lousã e na chegada a Castelo de Vide, em total que não chega a uma dezena de quilómetros. Boas estradas a exaltar o prazer da descoberta no desafio lançado pela Comissão de Mototurismo da Federação de Motociclismo de Portugal, que deverá ter a lista de participantes pronta a divulgar na última semana de maio.
 
 

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domingo, 15 de setembro de 2019 – 19:56:14

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