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NAVALdeep promete imagens inéditas do fundo da Madeira

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O Clube Naval do Funchal apresentou o NAVALdeep, iniciativa através da qual se pretende, por um lado, dar a conhecer, através de imagens, profundidades ainda desconhecidas da costa (sul) da Madeira e, por outro, dotar os mergulhadores madeirenses de conhecimentos técnicos para efectuar este tipo de mergulhos.
 
 Para o efeito, estão na Região João Neves, Armando Ribeiro e José Marques, conceituados mergulhadores que serão responsáveis quer pela parte prática do NAVALdeep, que incluem dois mergulhos — quinta-feira (31 de Março) em Santa Cruz, na baixa em frente ao aeroporto, entre as 11 e as 14 horas, e sexta-feira (dia 1 de Abril) no Cabo Girão, na zona da Fajã dos Padres, das 11 às 15 horas —, e pela vertente teórica, com workshops e palestras para Sábado, das 10h30 às 12h30 e das 15h00 às 17h00.
 
 
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 Na apresentação do NAVALdeep, Mafalda Freitas realçou o facto de o Clube Naval do Funchal ter sido o pioneiro na Madeira no mergulho amador. “Em 1960 adquirimos o primeiro compressor da Região e em 1969 realizámos o primeiro curso de mergulhador amador. Os anos passaram e agora, com a evolução do material, orgulhamo-nos de promover o NAVALdeep e introduzir os reebreeders na Madeira, tecnologia que permitirá mergulhar à cota dos 60 metros”, explicou a Presidente da Direcção do CNF, garantindo já a continuidade da iniciativa. “Foi um grande desafio avançar para esta área, mas esperamos que ao comemora 60 anos e queremos dar continuidade a este projecto — chegar aos 100 metros, conhecer e dar a conhecer um pouco melhor a flora e fauna do mar que nos rodeia.
 
 Costa Neves, ele próprio um mergulhador amador, não escondeu a sua admiração. “Estou pasmado com a evolução registada nesta área. Quando fiz o curso de mergulho, em 1987, não havia esta panóplia de equipamentos e as possibilidades que um mergulho muito mais técnico proporciona. É uma janela de oportunidade excelente porque permitirá passar a tal barreira, técnica e psicológica, dos 40 metros de profundidade e “explorar o Mundo” aí existente”, perspectivou o Vereador do Município do Funchal com o pelouro do Ambiente. “A Madeira tem uma costa com orografia muito especial e específica, julgo que esta oportunidade de descer mais fundo proporcionará a descoberta de um mundo fantástico que não está acessível a todos.
 
 Por seu turno, Marta Lopes, representante do IDRAM, felicitou o CNF pela quantidade e qualidade de eventos que vai organizar, revelador de grande
 dinamismo. “Este é um exemplo concreto de que o mar é um recurso natural ainda por explorar e apesar de vivermos uma pequena crise está aqui demonstrado que, com força e vontade, consegue-se inovar.
 
 Pedro Gomes, Coordenador do Centro de Mergulho do CNF, vislumbrou a meta a alcançar com o NAVALdeep. “Este é um tipo de mergulho bastante complexo, com uma máquina e uma mistura respiratória mais complexas, não tem nada a ver com o mergulho normal. Por isso surgiu a ideia de trazer estes mergulhadores cá, para aprendermos com eles a lá chegar, ao mergulho fundo. É um longo caminho, mas não é impossível”, argumentou, sublinhado que “será a primeira vez que veremos com os olhos e não com uma câmara o que há a estas profundidades (60 metros) na Madeira”. Gomes conta ter imagens do fundo para mostrar aos interessados no Sábado.
 
  

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segunda-feira, 19 de agosto de 2019 – 22:24:03

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