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Linces terminam participação na Liga Mundial (balanço Marcos Ferreira)

Portugal realizou este domingo o último jogo na Liga Mundial. Os linces defrontaram a Escócia, selecção que se apurou connosco da round 1 que teve lugar em Lousada, em Setembro de 2012. Os linces não foram felizes durante o encontro, acabando por não conseguir chegar à almejada quinta posição. Bélgica e França foram as equipas que passaram à round 3.
 
Na sua última crónica, Marcos Ferreira, team-manager da equipa das quinas, faz o balanço não apenas deste jogo mas também da participação lusa numa prova de topo mundial, salientando os aspectos que considera serem decisivos para uma evolução mais significativa da modalidade em Portugal.
 
"Jogo contra a Escócia, equipa que tinha-se classificado para a Round 2 após ter conquistado o 1º lugar no torneio da Round 1 disputado em Lousada. Nesse encontro, em Setembro, os escoceses levaram a melhor ao vencerem por 7-0.
 
O objectivo deste jogo era melhorar o resultado e tentar vencer, o que nos faria ficar em 5º lugar nesta WL Round 2 em St Germain.
 
Início de jogo onde começamos a atacar desde o primeiro segundo, com algumas boas oportunidades na área contrária. Devido a uma expulsão temporária jogamos 10 minutos com 10 unidades, e dessa forma os escoceses marcaram dois golos nesse período. Fechamos a 1ª parte a perder 4-0. Segunda parte onde os Linces tentaram contrariar o ataque escocês, mas vários cantos cedidos deram o resultado final.
 
Portugal fica em ultimo lugar na classificação desta WL Round 2, no entanto leva muitas lições do que pode e deve ser feito tanto a nível técnico, táctico como a nível organizacional. Para se conseguir jogar e ter resultados a este nível é preciso muito trabalho, não só dos atletas, treinadores e dirigentes, mas de todos as pessoas do meio Hoquista Nacional. Não nos podemos comparar a uma Bélgica, mas temos bons exemplos a ter em conta como Canadá, França, Escócia e Polónia, de como se trabalha nestes países entre o Top 14 e 23. Há que haver trabalho desde a base, os pequenos pormenores por vezes fazem a diferença, e a maior diferença é na técnica de passe e recepção. A construção de jogo, o jogo em espaço curto, as recepções abertas e direccionadas e a condução de bola são, neste tipo de Torneios, essenciais e fazem a diferença. Desta forma, para podermos evoluir e almejar vencermos estas Nações, temos de mudar o "chip" e talvez adoptar um conceito e método de trabalho com provas dadas, para que possamos evoluir no sentido certo.
 
Por fim, um agradecimento muito especial ao Sérgio Oliveira, e aos filhos, Jean Luis e Mathieu
. De louvar tudo o que estes três Portugueses, residentes em Trappes, fizeram pela Selecção Nacional. Proporcionaram-nos tudo o que precisamos, além de terem ajudado em toda a logística e organização da estadia dos Linces. Além de nossos conterrâneos têm também uma paixão – o Hóquei, e isso traz ainda mais afinidade. Aproveitar também para agradecer ao João Manuel Tinoco do Les Pansards HC, e da Karine Alves Pereira, que se disponibilizaram a tratar dos transportes para que os Linces pudessem assistir ao Jogo Porto - Benfica num Café tipicamente português." 

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terça-feira, 17 de setembro de 2019 – 22:43:09

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