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Notícias

Moto2 e Moto3 no Japão: uma prova de estabilidade, travagem e precisão

 

 

·           Herrera subiu em Aragón, enquanto Oettl recupera liderança na classificação Dunlop #ForeverForward

 

Os pilotos Dunlop aproximam-se do 15º Grande Prémio do Campeonato de Moto 2 e Moto3 da FIM e, embora não seja habitual a apenas quatro corridas do final da temporada, ainda têm de conduzir em condições de humidade total. O exemplo mais recente foi a última corrida de Moto3 em Silverstone que decorreu com pista molhada, mas os pilotos de Moto2 enfrentaram uma pista praticamente seca após a 4ª volta. Nevoeiro, nuvens e chuva são condições habituais na pista japonesa pelo que existem possibilidades de que a estreia da especificação de piso molhado para 2015 de Moto2 conte com melhor aderência em relação ao último ano.

 

Em condições de tempo seco, a pista é menos dura que o habitual para os pneus traseiros, mas obriga a travagens bruscas devido à sua sinuosidade, o que é muito mais exigente para o pneu dianteiro. Os engenheiros da Dunlop recorreram a toda a sua experiência em Motegi para selecionarem com precisão os compostos mais macios na gama de 2015 que proporcionam à travagem estabilidade, aderência e precisão.

 

Repartição dos pneus para piso seco em Motegi:

 

Moto2

Opção 1

Opção2

Dianteiros: 120/75R17

Macio ’1’ (’Dunlop’ preto sobre fundo amarelo)

Médio ’2’ (preto sobre prateado)

Traseiros: 195/75R17

Macio’1’ (’Dunlop’ preto sobre amarelo)

Médio ’2’ (preto sobre prateado)

Moto3

Opção 1

Opção 2

Dianteiros: 90/80R17

Macio (preto sobre amarelo)

Médio (preto sobre prateado)

Traseiros: 115/75R17

Macio (preto sobre amarelo)

Médio (preto sobre prateado)

 

Destaques de Motegi 2014

 

Em 2014, Thomas Luthi tornou-se o 12º piloto diferente a vencer em Moto2 e Moto3 em Motegi com pneus Dunlop. Em Moto3, Márquez obteve a sua 3ª vitória embora tenha começado em 7º lugar e Vázquez ficou em segundo tendo arrancado do 14º lugar.

 

Facto:Os pneus Dunlop estão concebidos para um desempenho tão consistente quanto possível ao longo da prova. A corrida de Moto 2 de Motegi em 2014 é um exemplo de rendimento impressionante: a marca da volta mais rápida foi superada treze vezes ao longo das 23 voltas da corrida. Luthi registou por sete vezes a volta mais rápida, Viñales quatro vezes, e Rabat e Kallio uma vez cada. Maverick Viñales estabeleceu a última volta mais rápida na 19ª passagem pela meta, estabelecendo um novo recorde na pista.

 

A classificação Dunlop #ForeverForward

 

Philipp Oettl conquistou mais quatro lugares em Aragón. O piloto alemão não só entrou nos seis primeiros da corrida como reconquistou a liderança da classificação Dunlop #ForeverForward. Maria Herrera foi a que mais subiu ao passar da 30ª posição na grelha para o 13º lugar no final da corrida.

 

Classificação Dunlop #ForeverForward após Aragón

 

 

 

 

ARAGÓN

TOTAIS

 

PILOTO

Categoria

G

R

GP

Todos GP

1

65

Philipp OETTL

Moto3

9

5

4

110

2

11

Livio LOI

Moto3

0

0

0

107

3

16

Andrea MIGNO

Moto3

20

9

11

97

4

5

Romano FENATI

Moto3

10

3

7

90

5

17

John MCPHEE

Moto3

0

0

0

76

6

29

Stefano MANZI

Moto3

21

12

9

76

7

10

Thitipong WAROKORN

Moto2

28

22

6

75

8

12

Matteo FERRARI

Moto3

0

0

0

74

9

22

Ana CARRASCO

Moto3

35

27

8

74

10

84

Jakub KORNFEIL

Moto3

0

0

0

74

 

 

Simon Betney, Director Internacional de Eventos da Dunlop Motorsport:

 

Para nós, Motegi é um circuito muito diferente pois habitualmente centramo-nos mais no pneu traseiro, mas Motegi testa a prestação da travagem como nenhuma outra pista e as forças de travagem obrigam o pneu da frente a trabalhar mais do que o normal. Neste circuito, os pilotos tendem a inclinar-se para a opção mais macia e os nossos engenheiros incluíram as exigências da travagem na conceção do pneu.”

Sobre Dunlop

ADunlop é um dos principais fabricantes mundiais de pneus de altas e muito altas prestações, com um impressionante historial de êxitos em desportos motorizados. A Dunlop é um sócio técnico da Suzuki Endurance Race Team, Honda Racing, GMT94 Yamaha, Kawasaki and Team HRC e o único provedor de pneus para Moto2 e Moto3.

 

A vasta experiencia da Dunlop em corridas deu lugar a tecnologias inovadoras aplicadas a pneus desenhados para a condução diária.

 

Os pneus Dunlop estavam na moto que ganhou o primeiro campeonado 500cc em 1949 e dominou as competições durante as décadas posteriores. Em 1991 uma moto da Superbikes com pneus Dunlop ganhou o primeiro de três campeonatos do Mundo consecutivos e em 2008, Marco Simoncelli elegeu a Dunlop para a vitória número 200 da marca num Grande Prémio na categoria de 250cc., num raio em que a Dunlop conseguiu 17 Campeonatos do Mundo.

 

Em 2010 a Dunlop converteu-se no único provedor oficial de Moto2 e em 2012, abraçou, também, Moto3. O acordo com Dorna foi renovado e, de 2015 em diante, a Dunlop continuará a ser o provedor oficial das principais corridas de MotoGP.

 

As corridas de resistência têm sido dominadas por pilotos de equipas Dunlop, com dez títulos mundiais de 12 dos disputados desde 2002. Além disso, cada uma das 21 vitórias de John McGuinness foi conseguida com pneus Dunlop. A Dunlop ganhou todos os prémios de moto mais importantes prémios de Moto – desde o Campeonato do Mundo de MotoGP ao TT da Ilha de Man, desde Superbikes e Supersport ao Campeonato do Mundo de Resistência, com êxito semelhante em motocross e noutros campeonatos off-road.

 

Os pneus de estrada da Dunlop estão montados como equipamento original em muitas das marcas líderes do mundo das rodas como a Honda, Kawasaki, KTM, Harley-Davidson e Suzuki.

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segunda-feira, 15 de julho de 2019 – 23:57:03

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