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Inauguração da exposição “Minha Fukushima” na Casa do Sal envolve artistas locais

A Casa do Sal, em Castro Marim, vai inaugurar, no dia 6 de março, pelas 15h00, a exposição internacional de arte “Minha Fukushima”. Na origem desta megaexposição está a tragédia humana e ambiental do acidente nuclear, que abalou a costa leste do Japão em 2011.

 

Integrada nas iniciativas Eurocidade do Guadiana, a exposição “Minha Fukushima” estará patente nos três municípios - Castro Marim (Casa do Sal), Ayamonte e Vila Real de Santo António (Centro Cultural António Aleixo) - até ao dia 5 de abril. São cerca de uma centena de artistas de todo o mundo, inspirados na obra do poeta japonês Taro Aizu, onde é narrada a tragédia.

 

Na Casa do Sal, a inauguração conta com diversos momentos artísticos, nomeadamente de música, coreografia e poesia de artistas locais, a saber: Bruno Correia no saxofone, João Pereira no acordeão e Pedro Tavares com declamação de poesia, estando ainda prevista a intervenção da Teatroteca com a interpretação de um dos poemas de Tairo Aizu.

 

Depois de ter passado pela Holanda, Brasil e Alemanha, a “Minha Fukushima” veio para Portugal em 2014. Agora é a vez da Eurocidade do Guadiana receber esta mostra de arte, incrementada por artistas também pelos artistas da comunidade castromarinense – Carla Mourão (pintora), Abel Viegas (estudante de Belas Artes em Madrid), Elias Nunes (artista plástico e pintor) e Carlos Oliveira Correia (escultor). Integrada também no evento, estará a exposição das ilustrações do livro “Selva Molhada – pequenas histórias de um imenso Mar”, da autoria de José Guedes, com profusas ilustrações da artista plástica Carla Mourão, ambos professores do Agrupamento de Escolas de Castro Marim.

 

Com o objetivo de sensibilizar e envolver a população e os visitantes, em Castro Marim, “My Fukushima” contempla uma área interativa com “Origamis da Natureza” (árvore seca para ir preenchendo com origamis construídos e/ou pintados pelo público) e “O Nosso Quadro Fukushima” (com pinturas feitas pelo público).

 

A fechar a inauguração da megaexposição “My Fukushima”, uma demonstração de dijiridu e o DJ Gustavo Vera, com uma seleção musical de sonoridades, desde Lounge, Chill, Jazz, Deep e Souful House, para acompanhar a elegância e ambiente do conceito.

 

Refira-se que o acidente nuclear de Fukushima tornou inabitáveis vastas regiões do Japão e tem vindo o derrame radioativo tem vindo a espalhar-se pelo Oceano Pacífico.

 

A exposição “Minha Fukushima” é uma iniciativa da autoria da Peace and Art Society (PAS), associação de Faro, com uma equipa de artistas e cidadãos ativos, presidida pelo cineasta Paulo Duarte Filipe. Conta com a Parceria da alemã Artnations e da holandesa Gogyoshi Art Project (GAP).

 

*Horário de funcionamento da Casa do Sal: De terça-feira a sábado, entre as 10h00-13h00 e as 14h00-18h00.

 

Periodicidade Diária

quinta-feira, 9 de julho de 2020 – 16:40:10

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