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Espetáculos

Marchas Populares - Festas de Lisboa’19

 

Cumpriu-se a 87ª edição da tradicional competição das Marchas Populares de Lisboa. A sua primeira edição remonta ao ano 1932 e não há dúvida que Lisboa e a sua Grande Marcha continuam bem vivas e afinadas nas vozes de todos os que desfilam.

 

Os arcos e os figurinos concluídos, as coreografias ensaiadas, tudo acontece primeiro no Altice Arena em três dias.

 

Este foi o alinhamento da exibição para o dia 7 de junho (sexta-feira)
Marcha Infantil A Voz do Operário
Marcha do Bairro da Boavista
Marcha da Bica
Marcha de Marvila
Marcha de Alfama
Marcha da Baixa
Marcha de S. Vicente
Marcha da Graça

Fotorreportagem de Zé Gaspar

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O alinhamento para o dia 8 de junho (sábado)
Marcha dos Mercados
Marcha da Mouraria
Marcha da Bela Flor-Campolide
Marcha de Carnide
Marcha do Alto do Pina
Marcha de Alcântara
Marcha da Madragoa
Marcha dos Olivais

Fotorreportagem de Zé Gaspar

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E por último, o alinhamento para o dia 9 de junho (domingo)
Marcha da Santa Casa
Marcha do Parque das Nações
Marcha do Castelo
Marcha de Penha de França
Marcha do Beato
Marcha do Bairro Alto
Marcha da Ajuda

 

Fotorreportagem de Zé Gaspar

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Desfile na Avenida da Liberdade 12 de junho (quarta-feira)
Depois das exibições no Altice Arena, seguiu-se o espetáculo na Avenida. É ao longo da avenida que se mostram os figurinos, as danças e as canções de cada bairro com centenas de pessoas a assistir e a aplaudir o bailarico, numa noite agradável e convidativa a sair à rua.

 

Alinhamento

Marcha Popular de Ribeira de Frades (Coimbra)

Marcha Convidada

Marcha Infantil da Voz do Operário

Madrinha: Beatriz Leonardo
Padrinho: Miguel Costa

Marcha dos Mercados

Madrinha: Maya
Padrinho: Sérgio Rossi

Marcha Santa Casa

Madrinha: Maria Botelho Moniz
Padrinho: Ricardo Carriço

Marcha de São Vicente

Madrinha: Inês Aires Pereira
Padrinho: Jorge Mourato

Marcha de Carnide

Madrinha: Rita Ribeiro

Padrinho: Filipe Salgueiro

Marcha da Bica

Madrinha: Maria João Quadros
Padrinho: Tiago Torres da Silva

Marcha de Alfama

Madrinha: Pimpinha Jardim
Padrinho: João Baião

Marcha da Bela Flor – Campolide

Madrinha: Márcia Leal
Padrinho: Marco Costa (ator)

Marcha da Ajuda

Madrinha: Paula Marcelo
Padrinho: Paulo Vasco

Marcha da Baixa

Madrinha: Olívia Ortiz
Padrinho: Flávio Furtado

Marcha da Madragoa

Madrinha: Joana Amaral Dias
Padrinho: Pedro Teixeira

Marcha da Penha de França

Madrinha: Salomé Caldeira

Padrinho:  Rui Andrade

Marcha da Graça

Madrinha: Carla Andrino
Padrinho: Mário Rui

Marcha do Beato

Madrinha: Mónica Silva
Padrinho: Quimbé

Marcha de Marvila

Madrinha: Marta Fernandes
Padrinho: Tiago Teotónio

Marcha do Bairro da Boavista

Madrinha: Custódia Gallego
Padrinho: Diogo Martins

Marcha dos Olivais

Madrinha: Diamantina
Padrinho: Paulo Battista

Marcha da Mouraria

Madrinha: Joana Santos
Padrinho: Ricardo Velho

Marcha do Parque das Nações

Madrinha: Carolina Tavares
Padrinho:  Nuno Henriques

Marcha do Castelo

Madrinha: Carolina
Padrinho: Rui Vaz

Marcha do Alto do Pina

Madrinha: Teresa Guilherme
Padrinho: Marco Costa (pasteleiro)

Marcha de Alcântara

Madrinha: Ana Sofia Cardoso
Padrinho: Pedro Granger

Marcha do Bairro Alto

Madrinha: Sónia Brazão
Padrinho: Flávio Gil

 

Fotorreportagem de Pedro MF Mestre

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Os resultados do Concurso das Marchas Populares de Lisboa 2019 foram:

1.º  Marcha do Alto do Pina
2.º  Marcha de Alfama
3.º  Marcha da Penha de França

 

Classificações finais

1.º Marcha do Alto do Pina (216 pontos)
2.º Marcha de Alfama (207,5 pontos)
3.º Marcha da Penha de França (194,5 pontos)
4.º Marcha de S. Vicente (182,5 pontos)
5.º Marcha do Bairro Alto (171,5 pontos) 
6.º Marcha de Alcântara  (171 pontos)
7.º Marcha de Marvila (170,5 pontos)
8.º Marcha da Bica  (170 pontos)
9.º Marcha dos Olivais (168,5 pontos)
10.º Marcha de Carnide (167 pontos)
11.º Marcha do Castelo (161,5 pontos)
12.º Marcha do Bairro da Boavista  (155,5 pontos)
13.º Marcha da Madragoa  (149,5 pontos)
14.º Marcha da Baixa (146 pontos)
15.º Marcha da Ajuda (142,5 pontos) 
16.º Marcha da Mouraria (138,5 pontos)
17.º Marcha da Graça  (135 pontos)
18.º Marcha da Bela Flor-Campolide  (132 pontos)
19.º Marcha do Beato (128 pontos)
20.º Marcha do Parque das Nações (110 pontos)


Classificações por categoria

Cenografia: Marcha de S. Vicente e Marcha de Carnide

Coreografia: Marcha do Alto do Pina

Desfile na Avenida da Liberdade: Marcha do Alto do Pina

Figurinos: Marcha do Alto do Pina, Marcha de S. Vicente e Marcha de Alfama

Letra: Marcha do Alto do Pina e Marcha do Bairro Alto

Melhor Composição Original: Marcha do Alto do Pina com "Alto lá com o Alto do Pina"

Musicalidade: Marcha da Mouraria

 

O júri da 87.ª edição das Marchas Populares de Lisboa:

Presidente do Júri: Pedro Santos Franco
Apreciação da Coreografia: Cláudia Nóvoa
Apreciação da Cenografia: António Jorge Gonçalves
Apreciação do Figurino: Joana Barrios
Apreciação da Letra: Tito Lívio
Apreciação da Música: Ricardo Parreira
Apreciação Global: Joana Amendoeira
Representante da EGEAC: Cecília Folgado

 

 

Texto de Zé Gaspar

 

 

Marchas dos Santos Populares de Cascais

 

No passado dia 9 de Junho decorreu mais uma edição das Marchas dos Santos Populares de Cascais, sendo uma actuação não pontuável, mas sim uma demonstração cultural que teve uma interrupção e há alguns anos a Câmara Municipal retomou a tradição das Marchas nesta vertente. Este ano o tema foi “Cascais p’lo Ambiente” e teve uma novidade em relação aos anos anteriores. Antes de actuar no Mercado da Vila, já tinham feito a primeira exibição junto à Câmara Municipal.

 

O Mercado da Vila já está pequeno para acolher tantos espectadores que chegam muito cedo para conseguir um lugar.

 

Ao todo estiveram representadas 14 associações, sendo que Tires e Talaíde também tiveram a sua Marcha Infantil.

 

A Marcha de Manique participou primeira vez nesta edição. Quanto às claques a que mais força teve do público foi a do Bairro Irene.

 

A sequência de entrada:

 

1)      APPACDM - Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental

2)      CERCICA - Cooperativa para a Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados de Cascais

3)      Grupo Recreativo e Dramático 1º de Maio Tires, Infantil

4)      Grupo Recreativo e Dramático 1º de Maio Tires

5)      Grupo de Solidariedade Musical e Desportivo de Talaíde, Infantil

6)      Grupo de Solidariedade Musical e Desportivo de Talaíde

7)      Sociedade Familiar e Recreativa da Malveira da Serra

8)      Sociedade Recreativa e Musical de Carcavelos

9)      Grupo Musical e Desportivo 31 Janeiro Manique de Baixo

10)   Sociedade Musical de Cascais

11)   AHBVC - Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Cascais

12)   Grupo Desportivo do Zambujeiro

13)   Sociedade Musical Sportiva Alvidense

14)   Sociedade de Instrução e Recreio de Janes e Malveira

15)   Associação de Moradores do Bairro Irene

16)   CCD - Centro de Cultura e Desporto do pessoal do Município de Cascais

 

Como tem sido habitual cada associação apresenta o tema definido do ano, e um tema livre.

 

Este ano a Marcha “Cascais p’lo Ambiente” teve a letra da autoria de Maria Manuela Policarpo e música de  Luciano Gonçalves.

 

Lá vai Cascais a cantar

Marchando alegremente

Escutando as ondas do mar

 

É a marcha popular

Encanto desta gente

Que veio para a ver passar

 

À praia chegam os barcos

Com peixe da nossa costa

Que vem ainda a saltar

 

Para a faina acontecer

Deixem os peixes viver

Não deitem lixo p’ró mar

 

Refrão :

Meu Santo António

Por favor vem ajudar

A mentalizar o povo

Que estraga o meio ambiente

 

Ó meu Santinho

Peço-te mais um milagre

Vem salvar este planeta

Que está a ficar doente

 

Ó meus amigos

Não queimem a floresta

Pois é tudo o que nos resta

Para poder respirar

 

Vamos à luta

Que isto não é brincadeira

Temos de arranjar maneira

Das nossas mentes mudar

 

Cascais, tu és de certeza

Dotada p’la natureza

Paraíso à beira mar

 

Onde habitam a nobreza

E o Turista que é surfista

Também nos vem visitar

 

No Guincho pegou as ondas

Sopradas pelo vento

Que nas águas rodopia

 

Depois veio até Cascais

Dançar nos arraiais

Até ao romper do dia

 

Texto e Fotos: Pedro MF Mestre

 

 

 

 

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Ara Malikian no Casino do Estoril

 

O violinista e compositor arménio Ara Malikian, está na sua digressão “Royal Garage World Tour”, tendo passado pelo Salão Preto e Prata do Casino do Estoril nas noites de 10 e 11 de Maio.

 

Num espectáculo com mais de duas horas, o artista e a sua banda mostraram uma dinâmica única em palco, tocando de forma tanto ritmada como mais intimista os seus temas ao som dos três violinos, teclado, baixo/contra-baixo, violoncelo, percussão e guitarra eléctrica.

 

Ara Malikian teve uma espectacular interação com o público introduzindo o tema a interpretar a seguir, com a sua história e a vivência que teve ao longo da passagem do artista por países como por exemplo Alemanha, Inglaterra, Noruega e Espanha.

 

Fez uma homenagem aos emigrantes, sendo ele também desde cedo emigrante. O músico e compositor tem origem arménia, embora tenha nascido no Líbano e lá crescido durante o período da guerra civil.

 

O nome da sua digressão tem a ver com a época em que vivia no Líbano quando aos 10 anos de idade, através do conselho de seu pai para integrar bandas de garagem que eram essas que depois o poderiam levar para o sucesso. Ele assim fez e aí pôs em prática os conhecimentos de violino que começou a aprender aos 3 anos, também por influência do seu pai.

 

Após muito trabalho árduo e passar por vários países, Ara Malikian tem um estilo único, uma expressividade corporal e presença em palco também única, interagindo com o público de forma natural e espontânea sendo um grande compositor, contando acima de 40 discos gravados. Ele falou em espanhol de forma pausada para que melhor fosse compreendido pelo público maioritariamente português. Já no tema extra, apresenta a banda ao público, e após a insistência da sala a pedir um segundo tema de encore o artista cede e aqui com o seu violino toca numa música com ambiente mais intimista passando pela plateia.

 

Quanto aos temas que apresentou ao seu público, variaram entre temas originais, uma peça de bailado de Tchaikovsky, “Sweet child o mine” dos Guns N’ Roses, com o dinamismo único deste músico e sua banda.

 

Para terminar, com expressão de agradecimento sincero dirigiu-se ao público e despediu-se. Até uma próxima oportunidade!

 

Texto: Pedro MF Mestre

Fotos: Alexandre Rosado Albuquerque / Pedro MF Mestre

 

 

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Fotos de Alexandre Rosado Albuquerque

Fotos de Pedro MF Mestre

 

 

 

Boeing, Boeing no Casino do Estoril

 

A Yellow Star Company trouxe ao palco do Salão Preto e Prata do Casino do Estoril a comédia “Boeing, Boeing”, dias 24 e 25 de Abril.

 

A peça como o próprio nome dá a entender tem a ver com a aviação em que o protagonista, o Dr. Bernardo, é um jovem que não se contenta em ter uma noiva, mas sim três que além de terem o mesmo amor em comum ambas são hospedeiras de linha aérea e de nacionalidades diferentes.

 

A brasileira Janete, a italiana Julietta e a alemã Judite.

 

Devido à profissão delas ter escalas rotativas Bernardo conseguia conjugar tudo de forma que não se encontrassem em casa ao mesmo tempo.

 

Para tal contava com a cumplicidade da sua empregada Berta que para além de adaptar a decoração do quarto com as molduras delas, também adaptava a alimentação ao gosto das noivas do patrão.

 

Com avanços, atrasos e uma tempestade que altera o tráfego aéreo, vai ser gerada uma “alta pressão” em terra, mais em concreto na casa de Bernardo.

 

A Berta estava desesperada, assim como um amigo de faculdade que chegou a sua casa por essa altura e sem mais viu-se numa situação nunca imaginada.

 

Com muita arte conseguiram gerir o imbróglio e a peça teve um final completamente inesperado para o público.

 

Um cenário era simples, mas completo para dar vida a toda a comédia que se desenrolou, dando resposta a cada momento que se vivia em palco.

 

Os atores que deram vida a esta hora e meia de comédia: António Camelier, João Didelet, Cristina Cavalinhos, Carolina Puntel, Liliana Santos e Marta Melro.

 

A encenação a cargo de Cláudio Hochman, com a adaptação de Paulo Sousa e Costa, e a tradução de Marc Xavier.

 

Texto: Vera Brás

 

Fotos: Pedro MF Mestre

 

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Top Genius – Vasco Palmeirim e Nuno Markl, no Casino do Estoril

 

Os comediantes Vasco Palmeirim e Nuno Markl, actuaram no Salão Preto e Prata do Casino do Estoril a 12 de Abril.

 

Num espectáculo dirigido a todas as idades, e em duas horas relembraram um pouco dos anos 80 e o seu passado, entre o seu já habitual entretenimento através da comédia, a interação com o público chamando ao palco espectadores para participar nos passatempos por si dinamizados, assim como através da música em que Vasco Palmeirim mostra os seus dotes musicais através da guitarra e do teclado, Nuno Markl na voz e para fechar o elenco, João Rato nas teclas.

 

A diversão foi a dominante da noite, mas também houve um momento mais sério e de nostalgia em que se recordou a Dina e a vivência que ela teve com os artistas. Em forma de homenagem cantaram em conjunto com o público um dos

temas mais conhecidos da sua carreira “Amor de água fresca”.

 

Top Genius actuaram e encantaram, venha a próxima edição!

 

Texto e Fotos: Pedro MF Mestre

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Piaf! “The show” com Anne Carrere – Casino do Estoril

 

Anne Carrere e o seu elenco subiram ao palco do Salão Preto e Prata do Casino do Estoril num espectáculo, com lotação esgotada, da digressão comemorativa do centenário do nascimento de Edith Piaf (1915-1963), com duas partes tendo perto das duas horas de actuação.

 

Edith Piaf cantora icónica do século XX da chanson française, iniciou a sua carreira em 1935 quando o dono de um cabaret descobriu o seu talento e a lançou no mundo da música. A cantora acabou por morrer precocemente aos 45 anos. O nome Piaf deriva da sua alcunha piaf (pardal).

 

Neste espectáculo, a actriz e cantora Anne Carrere com a sua voz inconfundível, começa a sua actuação a partir da plateia interagindo com o público. No palco o cenário está com luz baixa ao som do acordeão estando o músico num banco de jardim com um candeeiro e uma bicicleta cenário típico de rua da época em França.

 

Ao longo da actuação dos artistas o “Vídeo Wall” foi passando fotografias e temas de França da época que estava a ser apresentada no palco.

 

A banda foi composta por piano, contrabaixo, bateria e xilofone, acordeão e melódica.

 

No início da segunda parte, a cantora lê umas palavras de saudação ao público em português, com o auxílio da sua cábula.

 

Já perto do final, no tema “La vie en rose” desloca-se novamente para a plateia e canta a partir dela, dançando com espectadores e ao passar a letra no “Video Wall” pede para a acompanharem a cantar. Em “Rien de Rien” apresenta os músicos que fazem parte do elenco e a os técnicos que acompanham a digressão.

 

Houve espaço para um tema extra, mais uma vez com o apoio do público subindo ao palco com um espectador que fez dupla com ela na voz.

 

No final uma grande ovação da sala para Anne Carrere e seu elenco, aplaudidos de pé.

 

As canções do espectáculo foram transversais à carreira de Edith Piaf:

 

·         A Paris feaubourg

·         Comme un moineau

·         La java Cezigue

·         Les momes de la cloche

·         L’ accordeoniste

·         Entre St Ouen et Cugnancourt

·         Elle frequentait la rue Pigalle

·         La Goualante

·         Les amants d’un jour

·         Im’en fous pas mal

·         Complainte

·         Paris

·         C’es un Gars

·         Legionnaire

·         Mon vieux Lucien

·         La fete continue (em formato de Meddley)

·         Bravo pour le clown (em formato de Meddley)

·         Les flons flons du bal (em formato de Meddley)

·         Mon manege

·         Jezebel

·         Les feuilles mortes

·         Padam

·         Les mots d’ amour

·         La foule

·         Mon dieu

·         Hymme a l’amour

·         La vie en rose

·         Rien de rien

·         Milord

Tema extra:

·         Je m’en remets a toi

 

Texto e fotos: Pedro MF Mestre

 

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“The Emotion of the 80's” no Casino do Estoril

 

A academia de cantores “Vocal Emotion” deu um espetáculo musical revivalista dos anos 80 no passado dia 2 de Abril, no Salão Preto e Prata do Casino do Estoril.

 

Este concerto com casa cheia nos dois dias da sua apresentação, mostrou durante duas horas e em duas partes, a excelência das vozes dos seus cantores e a interpretação musical da orquestra dirigida pelo maestro Manuel Rebelo.

 

O espetáculo foi com base numa “emissão de rádio” da “Emotion FM”, com a locução de António Sala, grande nome da rádio que viveu intensamente essa época aos microfones das suas transmissões.

 

Reviveu-se um pequeno sketch de António Sala com um Actor, com o típico pedido de música por telefone, algo muito comum nos programas das estações de rádio da época. Até o próprio telefone também o demonstrava.

 

Os cantores são de todas as idades, desde as crianças aos adultos cantando a solo em conjunto ou em coro, protagonizaram temas imortais dos anos 80 de bandas como os ABBA, Cindy Lauper, Dire Straits, George Michael, Lionel Richie, Madonna, Michael Jackson, Queen, The Police, Tina Turner…

 

Relembrámos os temas desses artistas e das bandas, uns completos outros em forma de Medley. O espetáculo terminou com todos os artistas em palco cantando por duas vezes em apoteose o tema imortal “We are the World” intercalado com o agradecimento do maestro Manuel Rebelo a toda a equipa que tornou possível este concerto e ao público.

 

Na primeiro dia de espectáculo tivemos a seguinte “emissão” de “The Emotion of the 80's”: “Broken Wings”, “Livin On a Prayer”, “Cry for Help”, “Don’t Dream It’s Over”, “Is This Love”, “Alone”, “Al Night Long”, “Still Loving You”, “Miss You Like Crazy”, “Endless Love”, “Mistify”, “Heaven”, “Purple Rain”, “We are the World” e ainda Medley’s de Cindy Lauper, Roxette, U2, Dire Straits, Chicago, Abba, e de Música Portuguesa.

 

Texto: Vera Brás

 

Fotos: Pedro MF Mestre

 

 

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Os Calema em concerto de estreia no Casino do Estoril - 2019

 

Os Calema, a dupla dos irmãos santomenses António e Fradique Ferreira, subiu ao palco do Salão Preto e Prata do Casino do Estoril para a sua primeira actuação nesta sala de espectáculos no passado dia 30 de Março.

 

A anteceder a sua entrada em palco um artista seu convidado fez uma breve introdução de alguns temas próprios à voz e guitarra aquecendo dessa forma o público.

 

A actuação dos Calema contou com uns temas mais ritmados, outros mais intimistas e acústicos, mas sempre em contacto com os seus fãs.

 

Durante mais que uma hora e meia de espectáculo mostraram ao seu público, transversal a várias gerações e com uma sala bem composta, os temas mais famosos da sua carreira musical.

 

Sensivelmente a meio do concerto, não deixaram de recordar o seu passado, numas palavras para a sala sobre o tempo em que ainda viviam em S. Tomé e Príncipe e tinham o sonho de viajar, e o seu pai disse-lhes que para andar de avião a viajar era preciso trabalhar muito, e foi isso que eles fizeram. O sucesso e a carreira que têm-se construído com base em muito trabalho.

 

Refletiram também sobre o tema que dedicaram aos nossos bombeiros na altura dos grandes fogos em Portugal, agora dedicado também aos irmãos Moçambicanos que estão a sofrer grandes necessidades, e um aplauso a toda a lusofonia que está sempre pronta a ajudar os países que dela fazem parte, vê-se isso neste momento com o povo de Moçambique.

 

Nesta altura houve espaço para dois temas em acústico, António e Fradique com guitarra e voz. Na segunda canção os Calema pedem ao público para acender as luzes dos telemóveis para dar um ambiente ainda mais intimista à sala, ao seu ritmo.

 

No fim da interpretação de “Mamae”, apresentaram a sua banda: Bruno Duro no baixo e guitarra, Iúri Ramos na guitarra, Julien Zosso na bateria, Erdzan Saidov nas teclas e RJ como director musical.

 

O clima foi aquecendo ao longo do concerto, com um afecto entre a banda e a sala. Já na fase final houve espaço para um contacto de proximidade entre os Calema e o seu público, desde o descer para a plateia ao espaço para as selfies com os fãs que estavam na frente-palco.

 

Quando terminou o concerto, o público continua a chamá-los ao palco a pedir mais. Eles fizeram o gosto aos presentes com dois temas extra já tocados no espectáculo: “A dois” e “Mamae”, este último com uma orquestração diferente da utilizada anteriormente.

 

Os irmãos António e Fradique Ferreira, chegaram a Portugal em 2008 para apostar fortemente na música. Começaram por divulgar o seu trabalho no Youtube e em 2011 têm os seus primeiros concertos em França. Depois partiram para outros países onde tiveram sempre grande sucesso e público a apoiá-los. Daí para a frente foi o crescimento deles como banda, tudo sempre conquistado com árduo trabalho.

 

Em 2014 lançaram “Bomu Kêlê” (“Vamos Acreditar”), o primeiro álbum de temas originais, em 2017 chegou “A Nossa Vez”, sempre com a sua aposta na divulgação dos temas através da plataforma Youtube, com grande crescimento em número de visualizações logo desde os primeiros dias após os seus lançamentos.

 

Em 2018, fizeram uma digressão nacional com o nome de “A Nossa Vez” culminando com um concerto no Campo Pequeno fazendo aqui a gravação do seu primeiro DVD ao vivo.

 

Já em 2019 foram convidados para participar no Festival da Canção tendo sido apurados para a final.

 

Os temas apresentados pelos Calema neste espectáculo: “Introdução com Ciúme e Dame Dame”, “Bomukele”, “Regras e Sem Controle”, “Tudo por Amor”, “Vai na Origem”, “Tempo”, “Casa de Madeira”, “Sombra”, “Saudades”, “Acústico Calema”, “A dois”, “Faz o Verão Chegar”, “Mamae”, “Vai”, “A Nossa Vez”.

 

Texto e Fotos: Pedro MF Mestre

 

 

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Tango Pasión apresenta “Esperanza”

 

A premiada companhia Tango Pasión está de regresso a Portugal, com créditos firmados a nível mundial, a companhia sobe ao palco do Salão Preto e Prata para apresentar o novo espectáculo Esperanza. Trata-se de um original ciclo de representações que estará em destaque, de 7 a 10 de Março, no Casino Estoril.

 

Considerado como Património Imaterial da Humanidade há dez anos, o tango une numa só dança o humor e a tristeza, tal como os risos e as lágrimas, numa junção que não deixa o público indiferente através do sensualismo e do grande profissionalismo transmitidos em palco.

 

Nascido nos subúrbios de Buenos Aires, Argentina, no século XIX, o Tango é uma dança que combina a sensualidade com a sedução e uma certa tragédia com a elegância. Numa entrega absoluta dos corpos ao ritmo, numa química sem igual, o Tango não deixa ninguém indiferente. Muito mais do que uma simples postura precisa ou do que um passo estável, o Tango é sentimento e Património Imaterial da Humanidade.

 

Com direcção musical do maestro Gabriel Merlino e co-direcção artística de Graciela Garcia e Marcelo Barnadaz, a prestigiada companhia Tango Pasión, que conta já vários prémios, apresenta ESPERANZA, um novo espectáculo onde não podia deixar de  se homenagear o incontornável compositor Astor Piazzola.

 

 

 


Texto e Fotos: Alexandre Rosado Albuquerque

 

 

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Festa de Carnaval no Lounge D do Casino do Estoril

 

O Casino do Estoril festejou o Carnaval no Lounge D na segunda-feira 4 de Março com um espectáculo de acesso livre ao público.

 

Este espectáculo foi dado pela banda “Toque de Classe”, uma das maiores bandas de música e espectáculo brasileiro em Portugal. Formada por Jeff Negreiros há 14 anos, apresenta uma dinâmica de muita interacção com o público que fica logo contagiado pela sua forma original e única de actuação multidisciplinar.

 

Os artistas entram em palco passando primeiro pelo público, ao som dos tambores, pandeireta e berimbau, num desfile conjunto entre bailarinas e os elementos da Capoeira.

 

Para abrir o espectáculo, Mestre Thito e seu filho Murilo - do Grupo Topázio (Grupo Internacional de Capoeira) -  fizeram uma brilhante demonstração dessa arte marcial tradicional brasileira. Eles mostraram ao público as suas habilidades cujo grau de execução e perícia é grande conseguido através do treino que eles têm. Os olhos do público ficam realmente surpreendidos com a beleza da Capoeira.

 

Após a demonstração, as bailarinas entram em palco também vindas do público com trajes típicos carnavalescos a dançar ao som de ritmos brasileiros.

 

E assim começa o concerto dos “Toque de Classe”. O concerto percorreu vários estilos da música brasileira, mas sempre ao ritmo da época do ano, o Carnaval.

 

A interação com o público de Jeff Negreiros e do seu elenco foi frequente, algo muito típico deste artista.

 

Ele sai do palco várias vezes, vai ter com o público às mesas, ou mesmo à pista de dança (que ficou cheia logo à segunda música).

 

As suas bailarinas também estavam distribuídas ao longo da sala a convidar o público para dançar, enchendo de alegria e de movimento todo o espaço.

 

A banda teve em palco dois artistas como convidados, os cantores Jean Cremona e Vivian Lima que também contribuíram para o sucesso do espectáculo.

 

A composição do elenco de artistas é feita por oito bailarinas e pelos músicos: nas teclas Edson Dedão, na guitarra Rodrigo Sales, na bateria Dudu Batera, na percussão Nino Naza e Lucas Carioca, no baixo Daniel Silva, e na voz o mentor da banda Jeff Negreiros.

 

Venha o próximo Carnaval!

Texto e Fotos: Pedro MF Mestre

 

 

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Gala de Encerramento do “Festival Flamenco Casino Estoril”

 

O Festival de Flamenco do Casino do Estoril terminou com uma grande gala protagonizada pelos artistas Juan Carlos Cardoso e Marta Arias que foram acompanhados pelo cantor David Bastidas e o guitarrista Alberto López.

 

Em uma hora e meia de actuação tomaram a atenção do público do Lounge D do Casino.

 

A performance iniciou com Juan Carlos Cardoso e Marta Arias numa coreografia em conjunto, sendo que de seguida cada um apresentou o seu talento com vários trajes. No final voltaram ao palco Juan Carlos e Marta Arias para fechar em grande o espectáculo.

 

Os tempos intermédios entre a dança não ficaram em branco, longe disso, David Bastidas com a sua inconfundível voz e ritmo de palmas, e com o talentoso Alberto López nas cordas da sua guitarra flamenca animaram o público.

 

Os bailarinos trocaram de traje por três vezes, trazendo às suas coreografias um toque diferente em cada tipo de vestes.

 

Na fase inicial Juan Carlos estava com fato bege e Marta com um traje comprido mas mais curto para movimentos mais breves. Juan Carlos actuou a solo com um fato escuro, mas que lhe permitiu uma liberdade de actuação mais ágil. Marta Arias na sua actuação usou um vestido comprido vermelho com o enorme e típico xaile com o qual fez uma boa parte da sua actuação, numa coreografia magnífica. Na última entrada em palco, ambos usaram traje preto com um movimento muito rápido com especial incidência no sapateado que fez a diferença nesta sua apresentação ao público.

 

David Bastidas, já na fase de agradecimento ao público e depois de Marta Arias receber um belíssimo ramo de flores, desafiou os artistas a fazer uma última actuação em palco mais descontraída mas com uma beleza única, em que projectou bem a sua voz e mostrou um passo de dança que também o caracteriza.

 

O currículo destes bailarinos é vasto Juan Carlos Cardoso, nascido em Sevilha em 1977, iniciou-se ao flamenco com 5 anos de idade, contudo iniciou a sua formação aos 12 anos em dança espanhola com Lola Triana tendo mais tarde entrado no Conservatório de Dança de Sevilha. Em 1997 começou a sua carreira profissional percorrendo as salas de espectáculo mais importantes pelo Japão. De 1998 a 2006 integrou as companhias das conceituadas mestres Maria Pagés e Eva Yerbabueba. O artista já tinha actuado com Marta Arias em 2007 no espectáculo “Paso a Paso” na Irlanda.

 

Marta Arias também natural de Sevilha, nascida em 1979, formou-se em Dança Espanhola também no Conservatório de Dança de Sevilha. Integrou o Grupo de dança da Cidade, tendo realizado coreografias de Javier Latorre, Manolo Marín e La Toná. A artista aos 14 anos ficou em segundo lugar no VI Festival Andaluz de Jovens Amadores de Flamenco.

 

Texto e fotos: Pedro MF Mestre

 

 

 

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sexta-feira, 22 de novembro de 2019 – 15:22:18

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