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Espetáculos

Marchas Populares de Lisboa saem à rua após dois anos de pausa

 

Os Lisboetas recuperaram a tradição de ter na Avenida da Liberdade as Marchas Populares de Lisboa e suas convidadas, na noite de 12 de Junho, cujo tema este ano foi “Amália é Lisboa”.

 

Já com muita saudade, nem as perturbações verificadas nos transportes públicos nesse dia, foi motivo para a Avenida da Liberdade não ter o habitual público a assistir ao desfile das Marchas, tanto a convidada, como as das crianças e outras não competitivas, como também as que puxam pelo bairrismo para mostrar o que valem, para convencer e vencer.

 

Este ano tivemos como convidada a Marcha Popular Vale do Açor. Nas não competitivas seguiram a Marcha Infantil das Escolas de Lisboa, uma estreia na Avenida, “A Voz do Operário”, Mercados e a da Santa Casa.

 

Já nas competitivas a vencedora foi a da Madragoa, ficando em segundo lugar a de Alcântara e em terceiro a do Alto do Pina.

 

Com um horário de início um pouco diferente do que estamos habituados nos anos anteriores, a festa começou. Entre as personalidades presentes é de destacar o Presidente da República.

 

O desfile segue com a seguinte ordem de entrada:

Marcha Popular Vale do Açor (marcha convidada)

Marcha Infantil das Escolas de Lisboa

Marcha Infantil “A Voz do Operário”

Marcha dos Mercados

Marcha Santa Casa

Marcha da Mouraria

Marcha do Castelo

Marcha de Carnide

Marcha da Bela Flor – Campolide

Marcha do Bairro Alto

Marcha do Bairro da Boavista

Marcha da Penha de França

Marcha do Lumiar

Marcha de Belém

Marcha da Baixa

Marcha da Madragoa

Marcha de Campo de Ourique

Marcha de Alcântara

Marcha de Alfama

Marcha da Ajuda

Marcha de Marvila

Marcha da Bica

Marcha de São Vicente

Marcha dos Olivais

Marcha do Alto do Pina

 

As classificações foram:

1.º Marcha da Madragoa

2.º Marcha de Alcântara

3.º Marcha do Alto do Pina

4.º Marcha de Alfama

5.º Marcha do Bairro Alto

6.º Marcha de São Vicente 

7.º Marcha da Penha de França

8.º Marcha do Bairro da Boavista

9.º Marcha da Mouraria

10.º Marcha do Lumiar

11.º Marcha de Marvila

12.º Marcha dos Olivais

13.º Marcha da Bica

14.º Marcha do Castelo

15.º Marcha de Belém

16.º Marcha de Carnide

17.º Marcha da Ajuda

18.º Marcha da Baixa 

19.º Marcha da Bela Flor -Campolide

20.º Marcha de Campo de Ourique

 

Classificações especiais

Melhor Coreografia: Marcha do Alto do Pina e Marcha da Madragoa

Melhor Cenografia: Marcha do Bairro Alto

Melhor Figurino: Marcha de Alfama e Marcha da Madragoa

Melhor Letra: Marcha da Penha de França e Marcha de São Vicente

Melhor Musicalidade: Marcha de Alfama e Marcha do Alto do Pina

Melhor Composição Original: "Corte e Cose" da Marcha da Penha de França

Melhor Desfile na Avenida: Marcha da Madragoa

 

Num ano de regresso à normalidade, em clima de grande festa, com muito público e animação.

 
Texto e Fotos: Pedro MF Mestre

 

 

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Marchas dos Santos Populares de Cascais 2022

 

10 de Junho, Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.

 

A Câmara Municipal de Cascais organizou mais uma edição das Marchas dos Santos Populares. Esta edição foi comemorativa dos 10 anos de retorno das Marchas Populares ao mercado, um evento não competitivo, de demonstração cultural, que junta no mesmo local várias colectividades e associações do concelho. Depois deste evento principal ainda decorre em algumas colectividades actuações das Marchas, enriquecendo o concelho, ao longo do mês de Junho, culturalmente com esta arte popular.

 

Este ano o tema obrigatório era baseado em Camões (coincidindo o dia da actuação com a data comemorativa do poeta), contudo cada marcha trouxe também o seu tema próprio.
 

A letra era simples e bela:

Camões Poeta

I

Cascais, vai a cantar

E vai dançar p'ro Largo de Camões

Vai, com o seu par

Lá vai marchando com os seus arcos e balões

Refrão

Camões foi poeta

Que cujo nome, é imortal

Levando a terras longínquas

Lusofonia, de Portugal

Camões grande poeta

E grande autor dessa obra portuguesa

São os Lusíadas

Que titulou

Narrando cantos e versos

De grande e rara beleza

II

Ó meu Santo Antoninho

Faz-me um milagre dai-me namorado

E sempre muito juntinhos

P'ró arraial vamos de braço dado

III

Camões, Se cá estivesse

De certo vinha na marcha a cantar

Talvez, assim pudesse

No arraial alguma dama conquistar

IV

Cascais, Vila bonita

Encanto de quem te vem visitar

Vejam Luís de Camões

Vindo de longe a Cascais atracar
 

Ao todo participaram 17 marchas, totalizando cerca de 800 pessoas que estiveram envolvidas nelas, desde marchantes, músicos (cavalinho, maestros, entre outros), pessoas que trataram de fatos e de toda a logística para que tudo desse certo no dia 10.

 

Ordem de actuação no Mercado da Vila:

1) Grupo de Solidariedade Musical e Desportivo de Talaíde - Marcha Infantil
2) Grupo de Solidariedade Musical e Desportivo de Talaíde - Marcha Adultos
3) Grupo Musical e Desportivo 31 Janeiro Manique de Baixo
4) Associação de Moradores do Bairro Irene - Infantil
5) Associação de Moradores do Bairro Irene - Adultos
6) APPACDM (Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão com Doença Mental)
7) Associação de Moradores da Atrozela
8) CERCICA 
9) Grupo Recreativo e Dramático 1º de Maio de Tires
10) Sociedade Recreativa e Musical de Carcavelos
11) Sociedade Musical de Cascais
12) Grupo Desportivo do Zambujeiro
13) Grupo Cénico dos Bombeiros de Cascais
14) Sociedade Musical Alvidense
15) Sociedade de Janes e Malveira
16) Sociedade Familiar e Recreativa da Malveira da Serra
17) Centro de Cultura e Desporto do pessoal do Município de Cascais (CCD)

Texto e Fotos: Pedro MF Mestre

 

 

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Lagum com novo álbum no Casino do Estoril

 

A noite de 4 de Junho ficou marcada pela estreia da banda Lagum, oriunda de Minas Gerais, Brasil, no Salão Preto e Prata do Casino do Estoril que apresentou o seu mais recente álbum “Memórias (de onde eu nunca fui)”, assim como passou por temas de trabalhos anteriores do seu vasto repertório.
 

Para este tipo de espectáculo, dirigido a um público de uma faixa etária mais jovem, a sala teve a plateia configurada para o espectador estar de pé, algo fundamental para a que a vibração dos fãs se sentisse no palco, assim como a reciprocidade do palco para a plateia.
 

Esta banda tem uma grande dinâmica no palco, em que este teve uma cenografia de acordo com os movimentos dos músicos, desde correr, saltar e pular… ou seja preparado para uma grande dinâmica e energia enquanto interpretaram os seus temas.
 

Os Lagum tiveram já nos temas extra, a presença da artista portuguesa Bárbara Tinoco, a sua convidada da noite, sendo que a cantora participou recentemente num arranjo ao tema “Eu te Amo” da banda, já disponível nas plataformas digitais e faz parte do seu mais recente disco “Memórias (de onde eu nunca fui)”.
 

A meio do espectáculo houve um pedido de casamento, que foi aceite pela sua cara-metade. A banda deu-lhes um pequeno mimo convidando este casal para ficar em palco durante a música seguinte. São momentos inesquecíveis tanto para o casal como para os artistas que o recebeu em palco.
 

Quanto a temas a banda percorreu ao longo de um pouco mais de uma hora e meia: “Ninguém me Ensinou”, “Bem Melhor”, “Musa do Inverno”, “Oi”, “Samba”, Não vou Mentir”, “Eita Menina”, “Reggae Bom”, “Fifa”, “Descobridor”, “Ei, Moça”, “Eu e Minhas Paranóias”, “Telefone”, “Veja Baby”, “Andar Sozinho”, “Não vou Falar de Amor”, “Não Valho Nada”, “Hoje eu Quero me Perder”, “É Seu”, “Festa Jovem”, “Chegou de Manso”, “Eu te Amo”, “Deixa”, “Detesto Despedidas”.


Esta banda brasileira tem na voz Pedro Calais, na voz, guitarra e teclas Otávio Cardoso, também na guitarra Jorge e no baixo Francisco Jardim.
 

O sucesso destes músicos revê-se na afluência de público aos seus espectáculos (que tem esgotado salas) assim como os números dos streamings. Tudo fruto do seu trabalho.
 

Eles já tinham estado em Portugal, mas no Salão Preto e Prata do Casino do Estoril foi uma estreia.


Texto e Fotos: Pedro MF Mestre

 

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Rão Kyao em “Gandhi” no Casino do Estoril

 

O conceituado artista português Rão Kyao, famoso pelas suas interpretações com a flauta de bambu trouxe o espectáculo musical intitulado “Gandhi” ao Salão Preto e Prata do Casino do Estoril no dia 27 de Maio.

 

Num espectáculo descontraído, Rão Kyao apresentou dez temas alusivos ao famoso líder político e pensador indiano Mahatma Gandhi.

 

O artista interveio sempre antes de apresentar um tema musical e a sua relação com a pessoa de Gandhi enquadrando-o no modo de pensar, espiritualidade ou mesmo como na sua relação com o Movimento de Independência da Índia.

 

Os dez temas que Rão Kyao trouxe à sala passaram por: “Mahatma”, “Respeito pela Natureza”, “Deus é Maior”, “Regresso às Origens”, “Paz é o Caminho”, “Misericórdia”, “Sathya Graha”, “Marcha do Sal”, “Independência” e “Vaishnav Jan To Tene Kahiye Je”.

 

Após uma ovação de pé pelo seu público, Rão Kyao e os seus músicos regressam ao palco para um tema extra em que o artista troca a sua flauta de bambu por movimentos de dança em palco agradecendo desta forma o carinho do público.

 

O músico foi acompanhado por: José Manuel Netona guitarra portuguesa, Tony Lago Pinto com a guitarra clássica e braguesa; Carlos Lopes no acordeão; Renato Silva Júnior no harmónio e nos teclados e ainda Ruca Rebordão na percussão.

 

Texto e Fotos: Pedro MF Mestre

 

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Carmen de Bizet no Casino do Estoril

 

O Salão Preto e Prata do Casino do Estoril recebeu na noite de 26 de Maio a famosa Ópera Carmen de Georges Bizet.

 

Uma peça estreada em 1875 em Paris, com muita controvérsia na altura, considerada escandalosa e imoral. A história desenrola-se em quatro atos e faz-nos voltar no tempo a meio do século XVIII em Sevilha e roda em torno de quatro personagens chave: Carmen uma cigana um tanto ou quando rebelde e sedutora que trabalha numa fábrica de cigarros em que Don José, um soldado noivo de Micaela, se apaixona por ela. A quarta personagem é Escamillo, um toureiro e o novo amor de Carmen. Micaela tenta recuperar Don José ao longo de toda a peça.

 

Esta ópera apresentada no Casino do Estoril a 26 de maio com sala cheia e no Coliseu dos Recreios no dia 27. Conta com a encenação da Companhia Lírica Amadeo Vives com mais de 70 artistas, os coros: “Coro Orfeón Crevillentino”, “Coro de Niños Federación”,  “Coral de Crevillent” e a colaboração do “Ballet Espanhol Antonio Márquez”.

 

Na parte técnica contou-se com: Cenografia audiovisual de Francisco López Martel; Ajudante de cenografia Adrián Chico; Realização audiovisual Bataclán Ideas y Espectáculos; Elementos cenográficos Carlos Carvalho; Desenho de luz Pato Bessia e David López; Desenho e realização de vestuário Tania Bakunova; Vestuário Compañía Lírica Amadeo Vives; Alfaitaria María Asunción Gil; Produção Merche Fontaneda; Direcção musical Jose Antonio Irastorza, Direcção cénica David López e a Coreografia de Antonio Marquez.

 

É um grande sucesso de bilheteira em ambas as salas de espectáculos. No Casino do Estoril teve lotação esgotada e ao dia anterior ao Coliseu dos Recreios a sala também estava quase esgotada. Conta com a co-produção do Grupo Chiado.

 

Texto e Fotos: Pedro MF Mestre

 

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Show de Valéria Carvalho no Casino do Estoril

 

Valéria Carvalho trouxe ao Salão Preto e Prata do Casino do Estoril “Rui Veloso em Bossa” no passado dia 19 de Maio.

 

Esta artista brasileira de estilo Bossa Nova, embora multifacetada, confessa a sua paixão pela música de Rui Veloso e Carlos Té e ainda pela poesia de Fernando Pessoa.

 

Ela trouxe até ao Salão Preto e Prata um repertório de 15 temas em que tocou, cantou, dançou e declamou. Sempre acompanhada pela sua banda e pelos músicos convidados, tendo entrado nas três canções finais com o seu ídolo Rui Veloso que em palco tocou e contou com Valéria Carvalho.

 

A artista interagiu muito com o público, mantendo sempre muita dinâmica inclusivamente até passou pelo público enquanto cantava um dos temas.

 

Este espectáculo contou com as conhecidas canções: “Primeiro Beijo”, “Nunca me esqueci de ti”, “Jura”, “Pequena dor”, “Não queiras saber de mim”, “Regras da sensatez”, “Fado pessoano”, “Canção de alterne”, “Fado do ladrão enamorado”, “Baile da paróquia”, “Porto Côvo”, “A ilha”, “Todo o tempo do mundo”, “Porto sentido” e “Susana do Bolhão”.

 

No palco estiveram os músicos Carlos César Motta na percussão, Edu Miranda no bandolim, Cláudio César Ribeiro na guitarra, Zé Lima no contrabaixo, Gonçalo Filipe Sousa na harmónica e ainda no piano André Sarbib.

 

O palco teve um excelente arranjo de luz, que acompanhou tanto os temas mais ritmados como os mais intimistas com a configuração mais adequada.

 

Texto e fotos: Pedro MF Mestre
 

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Paula Fernandes de volta ao Casino do Estoril

 

A artista brasileira Paula Fernandes voltou ao palco do Salão Preto e Prata do Casino do Estoril a 22 de Abril, contando com dois adiamentos deste espectáculo devido à pandemia.

 

Com sala cheia, a cantora confessa que esta é também a sua casa e refere o carinho com que é recebida pelo seu público em Portugal.

 

Com a sua habitual dinâmica de palco, vai sempre interagindo com a sala e passando por temas tais como: “Seio de Minas”, “Pássaro de Fogo”, “Fingindo Paixão”, “Navegar em mim”, “Não Precisa”, “Meu eu em você”, “Resgate”, “Promessinha”, “Não te troquei por ela”, “Te amo sem querer”, “Medley meninas - (Medo Bobo, Deixa, Pra Você)”, “Beijo Bom”, “Sensações”, “Medley Guaranias (Amargurado, Sem Você, Ainda ontem chorei de saudade)”, Medley Xote (Pra quem sabe sonhar, Esperando na Janela, Espumas ao Vento)”, “Juntos”, “Medley PF (PF Um ser amor Eu sem você)”, “Traidor”, “Virou Mania”, “Medley Amigos (Evidencias, Vida Vazia, Cadê Você)”, “Tarde Demais” e “Se o coração viajar”.

 

Além da sua voz e da guitarra acústica teve o apoio da sua banda composta por duas guitarras, teclado, baixo, bateria e acordeão.

 

Texto: Pedro MF Mestre

Fotos: Alexandre Rosado Albuquerque e Pedro MF Mestre

 

(Clique nas imagens para visualizar as fotorreportagens)

 

Fotos de Alexandre Rosado Albuquerque

 

 

Fotos de Pedro MF Mestre

 

 

Ballet Español de Murcia apresenta “Pasión Flamenca” no Casino do Estoril

 

Na noite de 2 de Abril o Ballet Español de Murcia trás ao palco do Salão Preto e Prata do Casino do Estoril o espetáculo “Pasión Flamenca”.

 

Com oito bailarinos (quatro homens e quatro mulheres) acompanhados por também quatro músicos com duas guitarras, ritmo e voz, deram a magia a este estilo de dança típica do sul de Espanha.

 

Como madrinha, o evento teve Bibá Pitta, que deixou umas palavras de introdução do espetáculo ao público, fazendo também os respetivos agradecimentos aos que o tornaram possível.

 

Estes artistas trouxeram a palco uma coreografia composta por várias cenas, umas apresentadas a solo e outras em grupo, da autoria de Matilde Rubio e Carmen Coy, tendo a seguinte sequência:

 

- La Búsqueda

- Desencuentro

- Esencial

- Decisiones

- Diálogo con el Arte

- Sentir como tú

- El sendero

- Encuentro de la Pasión

 

Este elenco de luxo da companhia Ballet Español de Murcia foi composto pelos dançarinos: Carmen Coy, Inês Hellín, José Cánovas, Cristina Martinez, Ángel Navarro, Belén Gomez, Amor Cánovas, Alejandro Mármore.

 

Já os músicos foram: Oscar Gallardo e Daniel Valseca, Irene Carrión e Miguel Orengo.

 

Com a Direção Geral e Artística de: Carmen Rubio e Matilde Rubio e a Música Original de Oscar Gallardo. Matilde Rubio teve também o papel de figurino.

 

No cargo de Diretor Adjunto temos Inês Hellín e o Diretor Técnico, Antonio Gonzálvez.

 

A iluminação teve como responsável Octavio Gómez, e no som Antonio Alarcon.

 

Esta companhia de dança foi fundada em 1985 por Carmen Rubio sendo neste momento dirigida por Matilde Rubio. O Ballet Español de Murcia tem actuado em muitos palcos tanto em Espanha como no estrangeiro mostrando a sua arte ao longo dos 35 anos da sua existência.

 

 

Texto: Vera Brás

 

Fotos: Pedro MF Mestre

 

 

 

 

 

 

Tony Carreira - Início da tour “Recomeçar" no Casino do Estoril

 

O cantor Tony Carreira, deu início à sua nova tournée com o nome de “Recomeçar” no Salão Preto e Prata do Casino do Estoril.

 

Após uma interrupção de dois anos, um feito programado pelo artista e outro devido aos constrangimentos que a pandemia provocou em toda a sociedade, não ficando de fora o mundo do espetáculo.

 

Neste tempo a vida de Tony Carreira também não foi fácil com a perda da sua filha Sara Carreira. Contudo esse momento serviu para criar um propósito solidário através da criação da Associação Sara Carreira, que apoia jovens talentos de forma que não se percam pela falta de apoios.

 

No final do ano 2021, o cantor deu dois espetáculos, um no Casino do Estoril, ainda com uma lotação de certa forma limitada, e outro no Altice Arena, já com o público habitual nesta sala.

 

Agora para Tony Carreira “Recomeçar”, deu um conjunto de espetáculos no Casino do Estoril entre os dias 22 e 27 de Março. Esta última data não estava planeada, mas com a elevada adesão que esgotou todos os dias marcados, foi aberta a data de 27 de Março para o último espetáculo nesta semana sempre de casa cheia.

 

Como é habitual nos espetáculos deste artista, além da sua música ligeira romântica portuguesa, entrega aos seus fãs um espetáculo de luz, ecrãs temáticos, ou seja um espetáculo integrado que faz a diferença.

 

Logo no início o ecrã de fundo apresentou uma imagem do artista a dançar com Sara Carreira, tendo dado a entender que este “Recomeçar” possa de alguma forma estar a ser dedicado à sua filha.

 

A sua interação com o público foi constante, e o artista foi correspondido desde o primeiro tema. Manteve sempre o seu sorriso contagiante. Usou a expressão de agradecimento várias vezes ao longo do espetáculo.

 

A meio do concerto, houve abertura para um momento acústico, em semi-circulo com Tony e parte da sua orquestra com quatro temas.

 

Para completar essa interação, teve dois dos seus músicos a percorrer a plateia enquanto tocavam a canção respetiva.

 

Tony Carreira foi acompanhado pela sua orquestra de dezasseis músicos entre guitarra, baixo, teclas, sopro, cordas, ritmo e vozes.

 

Trouxe à sala durante nestes dias, temas como: “Estou aqui”, “A minha velha guitarra”, “Sonhador”, “Ai destino”, “Lisboa”, “Para sempre”, “Eras tu”, “Mesmo que seja mentira”, “Não te vás sem mim”, “Quem era eu sem ti”, “Adeus amigo”, “Se acordo e tu não estás”, “Tu levaste a minha vida”, “Obrigado (por tudo o que me dão)”, “A minha guitarra”, “Sabor de traição a dobrar”, “Sonhos de menino”, “Porque é que vens” e “A vida que eu escolhi”.

 

Dado agora o arranque da digressão “Recomeçar”, Tony Carreira e a sua equipa irão atuar em vários palcos para lhe dar continuação.

 

Texto: Vera Brás

Fotos: Pedro MF Mestre

 

 

 

 

 

 

 

Bebel Gilberto - Casino do Estoril

 

A artista brasileira Bebel Gilberto actuou na noite de 20 de Março no Salão Preto e Prata do Casino do Estoril.

 

A cantora, filha de João Gilberto e Miúcha e sobrinha de Chico Buarque, trouxe ao seu público temas do seu vasto repertório dos estilos Bossa Nova, MPB que a caracterizam, seguindo um pouco os passos dos seus familiares nestes mais de 30 anos de carreira.

 

Bebel entre outros temas apresentou o seu último trabalho “Agora”. Foi acompanhada ao violão tornando o espectáculo típico dos seus estilos musicais.

 

As canções que apresentou ao seu público (com casa quase cheia): “Adeus América”, “August Day”, “Simplesmente”, “Mais Feliz”, “Bananeira”, “Tanto Tempo”, “Sem Contenção”, “Harvest Moon”, “So Nice”, “Wave”, “O Pato”, “Essence(A), “Aganju” e “Samba da Benção”.

 

Bebel falou muito com o público, agradeceu o carinho e a presença no espectáculo, falou da sua estadia em Portugal, principalmente no Estoril, em que nos últimos dias viveu vários estados de tempo que o clima proporcionou e ficou apaixonada pelo país e pela zona de Cascais e Estoril.

 

Texto e Fotos: Pedro MF Mestre

 

 

 

 

 

 

 

Lloyd Cole - From Rattlesnakes to Guess Work no Casino do Estoril

 

Lloyd Cole, reinicia a sua actividade musical ao vivo com um espectáculo no Salão Preto e Prata do Casino do Estoril.

 

Segundo o cantor britânico, suspendeu os seus concertos no início da pandemia, em 2020, sendo o último espectáculo na Suécia a apresentar o seu último trabalho “Guesswork” lançado no ano anterior. Agora está com toda a energia para pisar os palcos e dar continuidade ao seu trabalho ao vivo.

 

O artista esteve sempre em interação com o seu público. Entre músicas tinha sempre algo para contar a quem estava do outro lado, na plateia. Plateia essa completa.

 

Apresentou os seus temas tanto novos como revisitando trabalhos da sua vasta carreira de 35 anos, num espectáculo em formato acústico, dividido em duas partes, sendo que a primeira com menos duração, a solo, utilizando as suas três guitarras country conforme as canções que ia tocando. A segunda parte contou com mais músicas e teve o apoio do seu guitarrista, dando mais enfase musical ao concerto em dueto de cordas.

 

Na primeira tocou “Past Imperfect”, “Kids Today”, “Rattlesnakes”, “Music in a Foreign Language”, “My bag”, “The Afterlife”, “Moments and Whatnot”, “Patience”, “Vin Ordinaire”, “Late Night, Early Town”.

 

No regresso ao palco, presenteou os seus fãs com: “Are you Ready to be a Heartbroken?”, “Women’s Studies”, “The Over Under”, “Sentimental Fool”, “Why I Love Country Music”, “Like a Broken Record”, “Weeping Wine”, “Jennifer She Said”, “2CV”, “Period Peace”, “Woman in a Bar”, “Ice Cream Girl”, “Myrtle and Rose”, “Night Sweats”, “Violins”, “Hey Rusty”, “Perfect Skin”, “Lost Weekend”, “Break” e nos temas extra “No Ble Skies” e “Forest Fire”.

 

Texto e Fotos: Pedro MF Mestre

 

 

 

 

 

 

 

Periodicidade Diária

domingo, 26 de junho de 2022 – 04:31:49

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