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Espetáculos

Top Genius – Vasco Palmeirim e Nuno Markl, no Casino do Estoril

 

Os comediantes Vasco Palmeirim e Nuno Markl, actuaram no Salão Preto e Prata do Casino do Estoril a 12 de Abril.

 

Num espectáculo dirigido a todas as idades, e em duas horas relembraram um pouco dos anos 80 e o seu passado, entre o seu já habitual entretenimento através da comédia, a interação com o público chamando ao palco espectadores para participar nos passatempos por si dinamizados, assim como através da música em que Vasco Palmeirim mostra os seus dotes musicais através da guitarra e do teclado, Nuno Markl na voz e para fechar o elenco, João Rato nas teclas.

 

A diversão foi a dominante da noite, mas também houve um momento mais sério e de nostalgia em que se recordou a Dina e a vivência que ela teve com os artistas. Em forma de homenagem cantaram em conjunto com o público um dos

temas mais conhecidos da sua carreira “Amor de água fresca”.

 

Top Genius actuaram e encantaram, venha a próxima edição!

 

Texto e Fotos: Pedro MF Mestre

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Piaf! “The show” com Anne Carrere – Casino do Estoril

 

Anne Carrere e o seu elenco subiram ao palco do Salão Preto e Prata do Casino do Estoril num espectáculo, com lotação esgotada, da digressão comemorativa do centenário do nascimento de Edith Piaf (1915-1963), com duas partes tendo perto das duas horas de actuação.

 

Edith Piaf cantora icónica do século XX da chanson française, iniciou a sua carreira em 1935 quando o dono de um cabaret descobriu o seu talento e a lançou no mundo da música. A cantora acabou por morrer precocemente aos 45 anos. O nome Piaf deriva da sua alcunha piaf (pardal).

 

Neste espectáculo, a actriz e cantora Anne Carrere com a sua voz inconfundível, começa a sua actuação a partir da plateia interagindo com o público. No palco o cenário está com luz baixa ao som do acordeão estando o músico num banco de jardim com um candeeiro e uma bicicleta cenário típico de rua da época em França.

 

Ao longo da actuação dos artistas o “Vídeo Wall” foi passando fotografias e temas de França da época que estava a ser apresentada no palco.

 

A banda foi composta por piano, contrabaixo, bateria e xilofone, acordeão e melódica.

 

No início da segunda parte, a cantora lê umas palavras de saudação ao público em português, com o auxílio da sua cábula.

 

Já perto do final, no tema “La vie en rose” desloca-se novamente para a plateia e canta a partir dela, dançando com espectadores e ao passar a letra no “Video Wall” pede para a acompanharem a cantar. Em “Rien de Rien” apresenta os músicos que fazem parte do elenco e a os técnicos que acompanham a digressão.

 

Houve espaço para um tema extra, mais uma vez com o apoio do público subindo ao palco com um espectador que fez dupla com ela na voz.

 

No final uma grande ovação da sala para Anne Carrere e seu elenco, aplaudidos de pé.

 

As canções do espectáculo foram transversais à carreira de Edith Piaf:

 

·         A Paris feaubourg

·         Comme un moineau

·         La java Cezigue

·         Les momes de la cloche

·         L’ accordeoniste

·         Entre St Ouen et Cugnancourt

·         Elle frequentait la rue Pigalle

·         La Goualante

·         Les amants d’un jour

·         Im’en fous pas mal

·         Complainte

·         Paris

·         C’es un Gars

·         Legionnaire

·         Mon vieux Lucien

·         La fete continue (em formato de Meddley)

·         Bravo pour le clown (em formato de Meddley)

·         Les flons flons du bal (em formato de Meddley)

·         Mon manege

·         Jezebel

·         Les feuilles mortes

·         Padam

·         Les mots d’ amour

·         La foule

·         Mon dieu

·         Hymme a l’amour

·         La vie en rose

·         Rien de rien

·         Milord

Tema extra:

·         Je m’en remets a toi

 

Texto e fotos: Pedro MF Mestre

 

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“The Emotion of the 80's” no Casino do Estoril

 

A academia de cantores “Vocal Emotion” deu um espetáculo musical revivalista dos anos 80 no passado dia 2 de Abril, no Salão Preto e Prata do Casino do Estoril.

 

Este concerto com casa cheia nos dois dias da sua apresentação, mostrou durante duas horas e em duas partes, a excelência das vozes dos seus cantores e a interpretação musical da orquestra dirigida pelo maestro Manuel Rebelo.

 

O espetáculo foi com base numa “emissão de rádio” da “Emotion FM”, com a locução de António Sala, grande nome da rádio que viveu intensamente essa época aos microfones das suas transmissões.

 

Reviveu-se um pequeno sketch de António Sala com um Actor, com o típico pedido de música por telefone, algo muito comum nos programas das estações de rádio da época. Até o próprio telefone também o demonstrava.

 

Os cantores são de todas as idades, desde as crianças aos adultos cantando a solo em conjunto ou em coro, protagonizaram temas imortais dos anos 80 de bandas como os ABBA, Cindy Lauper, Dire Straits, George Michael, Lionel Richie, Madonna, Michael Jackson, Queen, The Police, Tina Turner…

 

Relembrámos os temas desses artistas e das bandas, uns completos outros em forma de Medley. O espetáculo terminou com todos os artistas em palco cantando por duas vezes em apoteose o tema imortal “We are the World” intercalado com o agradecimento do maestro Manuel Rebelo a toda a equipa que tornou possível este concerto e ao público.

 

Na primeiro dia de espectáculo tivemos a seguinte “emissão” de “The Emotion of the 80's”: “Broken Wings”, “Livin On a Prayer”, “Cry for Help”, “Don’t Dream It’s Over”, “Is This Love”, “Alone”, “Al Night Long”, “Still Loving You”, “Miss You Like Crazy”, “Endless Love”, “Mistify”, “Heaven”, “Purple Rain”, “We are the World” e ainda Medley’s de Cindy Lauper, Roxette, U2, Dire Straits, Chicago, Abba, e de Música Portuguesa.

 

Texto: Vera Brás

 

Fotos: Pedro MF Mestre

 

 

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Os Calema em concerto de estreia no Casino do Estoril - 2019

 

Os Calema, a dupla dos irmãos santomenses António e Fradique Ferreira, subiu ao palco do Salão Preto e Prata do Casino do Estoril para a sua primeira actuação nesta sala de espectáculos no passado dia 30 de Março.

 

A anteceder a sua entrada em palco um artista seu convidado fez uma breve introdução de alguns temas próprios à voz e guitarra aquecendo dessa forma o público.

 

A actuação dos Calema contou com uns temas mais ritmados, outros mais intimistas e acústicos, mas sempre em contacto com os seus fãs.

 

Durante mais que uma hora e meia de espectáculo mostraram ao seu público, transversal a várias gerações e com uma sala bem composta, os temas mais famosos da sua carreira musical.

 

Sensivelmente a meio do concerto, não deixaram de recordar o seu passado, numas palavras para a sala sobre o tempo em que ainda viviam em S. Tomé e Príncipe e tinham o sonho de viajar, e o seu pai disse-lhes que para andar de avião a viajar era preciso trabalhar muito, e foi isso que eles fizeram. O sucesso e a carreira que têm-se construído com base em muito trabalho.

 

Refletiram também sobre o tema que dedicaram aos nossos bombeiros na altura dos grandes fogos em Portugal, agora dedicado também aos irmãos Moçambicanos que estão a sofrer grandes necessidades, e um aplauso a toda a lusofonia que está sempre pronta a ajudar os países que dela fazem parte, vê-se isso neste momento com o povo de Moçambique.

 

Nesta altura houve espaço para dois temas em acústico, António e Fradique com guitarra e voz. Na segunda canção os Calema pedem ao público para acender as luzes dos telemóveis para dar um ambiente ainda mais intimista à sala, ao seu ritmo.

 

No fim da interpretação de “Mamae”, apresentaram a sua banda: Bruno Duro no baixo e guitarra, Iúri Ramos na guitarra, Julien Zosso na bateria, Erdzan Saidov nas teclas e RJ como director musical.

 

O clima foi aquecendo ao longo do concerto, com um afecto entre a banda e a sala. Já na fase final houve espaço para um contacto de proximidade entre os Calema e o seu público, desde o descer para a plateia ao espaço para as selfies com os fãs que estavam na frente-palco.

 

Quando terminou o concerto, o público continua a chamá-los ao palco a pedir mais. Eles fizeram o gosto aos presentes com dois temas extra já tocados no espectáculo: “A dois” e “Mamae”, este último com uma orquestração diferente da utilizada anteriormente.

 

Os irmãos António e Fradique Ferreira, chegaram a Portugal em 2008 para apostar fortemente na música. Começaram por divulgar o seu trabalho no Youtube e em 2011 têm os seus primeiros concertos em França. Depois partiram para outros países onde tiveram sempre grande sucesso e público a apoiá-los. Daí para a frente foi o crescimento deles como banda, tudo sempre conquistado com árduo trabalho.

 

Em 2014 lançaram “Bomu Kêlê” (“Vamos Acreditar”), o primeiro álbum de temas originais, em 2017 chegou “A Nossa Vez”, sempre com a sua aposta na divulgação dos temas através da plataforma Youtube, com grande crescimento em número de visualizações logo desde os primeiros dias após os seus lançamentos.

 

Em 2018, fizeram uma digressão nacional com o nome de “A Nossa Vez” culminando com um concerto no Campo Pequeno fazendo aqui a gravação do seu primeiro DVD ao vivo.

 

Já em 2019 foram convidados para participar no Festival da Canção tendo sido apurados para a final.

 

Os temas apresentados pelos Calema neste espectáculo: “Introdução com Ciúme e Dame Dame”, “Bomukele”, “Regras e Sem Controle”, “Tudo por Amor”, “Vai na Origem”, “Tempo”, “Casa de Madeira”, “Sombra”, “Saudades”, “Acústico Calema”, “A dois”, “Faz o Verão Chegar”, “Mamae”, “Vai”, “A Nossa Vez”.

 

Texto e Fotos: Pedro MF Mestre

 

 

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Tango Pasión apresenta “Esperanza”

 

A premiada companhia Tango Pasión está de regresso a Portugal, com créditos firmados a nível mundial, a companhia sobe ao palco do Salão Preto e Prata para apresentar o novo espectáculo Esperanza. Trata-se de um original ciclo de representações que estará em destaque, de 7 a 10 de Março, no Casino Estoril.

 

Considerado como Património Imaterial da Humanidade há dez anos, o tango une numa só dança o humor e a tristeza, tal como os risos e as lágrimas, numa junção que não deixa o público indiferente através do sensualismo e do grande profissionalismo transmitidos em palco.

 

Nascido nos subúrbios de Buenos Aires, Argentina, no século XIX, o Tango é uma dança que combina a sensualidade com a sedução e uma certa tragédia com a elegância. Numa entrega absoluta dos corpos ao ritmo, numa química sem igual, o Tango não deixa ninguém indiferente. Muito mais do que uma simples postura precisa ou do que um passo estável, o Tango é sentimento e Património Imaterial da Humanidade.

 

Com direcção musical do maestro Gabriel Merlino e co-direcção artística de Graciela Garcia e Marcelo Barnadaz, a prestigiada companhia Tango Pasión, que conta já vários prémios, apresenta ESPERANZA, um novo espectáculo onde não podia deixar de  se homenagear o incontornável compositor Astor Piazzola.

 

 

 


Texto e Fotos: Alexandre Rosado Albuquerque

 

 

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Festa de Carnaval no Lounge D do Casino do Estoril

 

O Casino do Estoril festejou o Carnaval no Lounge D na segunda-feira 4 de Março com um espectáculo de acesso livre ao público.

 

Este espectáculo foi dado pela banda “Toque de Classe”, uma das maiores bandas de música e espectáculo brasileiro em Portugal. Formada por Jeff Negreiros há 14 anos, apresenta uma dinâmica de muita interacção com o público que fica logo contagiado pela sua forma original e única de actuação multidisciplinar.

 

Os artistas entram em palco passando primeiro pelo público, ao som dos tambores, pandeireta e berimbau, num desfile conjunto entre bailarinas e os elementos da Capoeira.

 

Para abrir o espectáculo, Mestre Thito e seu filho Murilo - do Grupo Topázio (Grupo Internacional de Capoeira) -  fizeram uma brilhante demonstração dessa arte marcial tradicional brasileira. Eles mostraram ao público as suas habilidades cujo grau de execução e perícia é grande conseguido através do treino que eles têm. Os olhos do público ficam realmente surpreendidos com a beleza da Capoeira.

 

Após a demonstração, as bailarinas entram em palco também vindas do público com trajes típicos carnavalescos a dançar ao som de ritmos brasileiros.

 

E assim começa o concerto dos “Toque de Classe”. O concerto percorreu vários estilos da música brasileira, mas sempre ao ritmo da época do ano, o Carnaval.

 

A interação com o público de Jeff Negreiros e do seu elenco foi frequente, algo muito típico deste artista.

 

Ele sai do palco várias vezes, vai ter com o público às mesas, ou mesmo à pista de dança (que ficou cheia logo à segunda música).

 

As suas bailarinas também estavam distribuídas ao longo da sala a convidar o público para dançar, enchendo de alegria e de movimento todo o espaço.

 

A banda teve em palco dois artistas como convidados, os cantores Jean Cremona e Vivian Lima que também contribuíram para o sucesso do espectáculo.

 

A composição do elenco de artistas é feita por oito bailarinas e pelos músicos: nas teclas Edson Dedão, na guitarra Rodrigo Sales, na bateria Dudu Batera, na percussão Nino Naza e Lucas Carioca, no baixo Daniel Silva, e na voz o mentor da banda Jeff Negreiros.

 

Venha o próximo Carnaval!

Texto e Fotos: Pedro MF Mestre

 

 

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Gala de Encerramento do “Festival Flamenco Casino Estoril”

 

O Festival de Flamenco do Casino do Estoril terminou com uma grande gala protagonizada pelos artistas Juan Carlos Cardoso e Marta Arias que foram acompanhados pelo cantor David Bastidas e o guitarrista Alberto López.

 

Em uma hora e meia de actuação tomaram a atenção do público do Lounge D do Casino.

 

A performance iniciou com Juan Carlos Cardoso e Marta Arias numa coreografia em conjunto, sendo que de seguida cada um apresentou o seu talento com vários trajes. No final voltaram ao palco Juan Carlos e Marta Arias para fechar em grande o espectáculo.

 

Os tempos intermédios entre a dança não ficaram em branco, longe disso, David Bastidas com a sua inconfundível voz e ritmo de palmas, e com o talentoso Alberto López nas cordas da sua guitarra flamenca animaram o público.

 

Os bailarinos trocaram de traje por três vezes, trazendo às suas coreografias um toque diferente em cada tipo de vestes.

 

Na fase inicial Juan Carlos estava com fato bege e Marta com um traje comprido mas mais curto para movimentos mais breves. Juan Carlos actuou a solo com um fato escuro, mas que lhe permitiu uma liberdade de actuação mais ágil. Marta Arias na sua actuação usou um vestido comprido vermelho com o enorme e típico xaile com o qual fez uma boa parte da sua actuação, numa coreografia magnífica. Na última entrada em palco, ambos usaram traje preto com um movimento muito rápido com especial incidência no sapateado que fez a diferença nesta sua apresentação ao público.

 

David Bastidas, já na fase de agradecimento ao público e depois de Marta Arias receber um belíssimo ramo de flores, desafiou os artistas a fazer uma última actuação em palco mais descontraída mas com uma beleza única, em que projectou bem a sua voz e mostrou um passo de dança que também o caracteriza.

 

O currículo destes bailarinos é vasto Juan Carlos Cardoso, nascido em Sevilha em 1977, iniciou-se ao flamenco com 5 anos de idade, contudo iniciou a sua formação aos 12 anos em dança espanhola com Lola Triana tendo mais tarde entrado no Conservatório de Dança de Sevilha. Em 1997 começou a sua carreira profissional percorrendo as salas de espectáculo mais importantes pelo Japão. De 1998 a 2006 integrou as companhias das conceituadas mestres Maria Pagés e Eva Yerbabueba. O artista já tinha actuado com Marta Arias em 2007 no espectáculo “Paso a Paso” na Irlanda.

 

Marta Arias também natural de Sevilha, nascida em 1979, formou-se em Dança Espanhola também no Conservatório de Dança de Sevilha. Integrou o Grupo de dança da Cidade, tendo realizado coreografias de Javier Latorre, Manolo Marín e La Toná. A artista aos 14 anos ficou em segundo lugar no VI Festival Andaluz de Jovens Amadores de Flamenco.

 

Texto e fotos: Pedro MF Mestre

 

 

 

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"The Gypsy Kings featuring Andre Reyes" no Casino do Estoril

 

“The Gipsy Kings featuring Andre Reyes” atuaram no Salão Preto e Prata do Casino do Estoril em três noites seguidas: 15, 16 e 17 de fevereiro. Inicialmente estavam previstas as duas primeiras datas, mas devido ao esgotar dos lugares tão rapidamente, a organização decidiu abrir a terceira data.

 

Esta mítica banda de origem francesa, composta em 1979 é conhecida em todo o mundo pelos seus temas únicos, com grandes guitarradas ao estilo da Rumba Flamenca, um estilo variante do Flamenco tradicional. Aqui neste palco, com o grupo composto por cinco guitarras, teclado, baixo, bateria e percussão, tocou Andre Reyes, um dos membros fundadores, acompanhado por Chico Castillo, Raio Reyes e restantes elementos da banda.

 

Logo no segundo tema, Andre Reyes convida o público a levantar-se das cadeiras e desfrutar do ritmo da música enquanto eles atuavam em palco. Escusado será dizer que a interação com o público foi magnífica, não houve espaço para tempos mortos, e durante uma hora e meia de espetáculo os Gypsy Kings dinamizaram o Salão Preto e Prata do Casino do Estoril.

 

Embora de origem francesa, falaram sempre em castelhano com o público.  

 

Dos temas apresentados entre originais e adaptados, a festa foi contínua:

 

·         A tu verá

·         Alegria

·         Djobi Djoba

·         La Dona

·         Un amor

·         Ramito

·         Báilame

·         Ben Ben Maria

·         Pharaon

·         Caramba

·         La Negra

·         Sin Ella

·         My Way

·         Bambole Final

·         Volare

 

Tema extra:

·         Hotel California

 

Texto: Vera Brás

Fotos: Pedro MF Mestre

 

 

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Gala de S. Valentim com "The Lucky Duckies" no Casino do Estoril

 

No dia 14 de Fevereiro, data em que se comemora o dia de S. Valentim, o Casino do Estoril preparou uma festa especial no Salão Preto e Prata composta por um requintado jantar, e um espetáculo com os The Lucky Duckies.

 

Banda mítica com 30 anos de sucesso, liderada por Marco António que tem Cláudia Faria consigo na voz que também faz ritmo com a pandeireta. A banda é composta por João Carreira ao piano, na bateria Diogo Melo de Carvalho, na guitarra João Santos e no baixo e contrabaixo Sérgio Fiúza.

 

Marco António tem uma grande presença em palco, não só a cantar, mas também na conversa que mantém com o público e com o seu característico humor. Logo de início simulou uma chamada com o Presidente da República, algo que agora é moda. Ao longo do espetáculo foi interagindo diretamente com o público tanto para a Sala toda como para os espectadores da frente de palco. Por coincidência ou não, estava na sala um amigo seu, baterista, que tomou conta do ritmo numa das canções a convite do artista.

 

Houve um espaço em que as pessoas puderam acompanhar os temas a dançar.

 

Os temas que apresentaram ao público durante cerca de duas horas de espetáculo foram grandes êxitos dos anos 20 aos 60 do século passado, levando-nos a viajar pelas várias épocas por eles abrangidos, tais como “Speedy Gonzalez”, “La Cucaracha”, “Diz-me, quando, quando, quando”, “Hippy Shake”, “Can't take my eyes off you”, “Love in the air”, “California Dreaming”, “Come prima (Italiano)”, “Unchained Melody”, “Johnny be good”, “Runaway”, “Great balls of fire” e termina apresentando a banda ao som de “Tutti Frutti”.

 

O cenário estava montado com decoração a condizer com a época das canções e a caracterização dos artistas também não foi exceção.

 

Marco António comentou a beleza da zona de Cascais, do Casino como anfitrião do concerto, entre outros.

 

O Casino do Estoril nessa noite não teve mãos a medir em termos de atividade cultural, pois além deste espetáculo, o auditório teve “Rouge” de Wanda Stewart, e no Lounge D a atuação de Fernando Jimenez e Angel Fariña, artistas de Flamenco, ou seja, uma noite com muita animação para vários gostos.

 

Texto: Vera Brás

Fotos: Pedro MF Mestre

 

 

 

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Simone e Ivan Lins no Casino do Estoril

 

No dia 7 de fevereiro, no Casino Estoril, subiram ao palco do Salão Preto e Prata, duas das maiores vozes da música popular Brasileira, onde transmitiram ao público presente a sua cumplicidade.

 

Simone Bittencourt de Oliveira mostrou desde cedo a paixão pela música. Talento que, durante a adolescência e a juventude, dividiu com o basquete - como jogadora profissional em 1971. No ano seguinte, gravou seu álbum de estreia, lançado em março de 1973. O primeiro de uma grande obra, que a consagrou como uma das mais expressivas vozes da canção brasileira e a maior vendedora de discos nos anos 1980.

 

O “carioca da gema” Ivan Guimarães Lins também despertou cedo para música. Ele chegou a se formar em Química Industrial, mas, em fins dos anos 1960, ainda na faculdade, o cantor, compositor e pianista começou a participar em festivais.

A partir dos anos 1980, com o aval de Quincy Jones, Ivan Lins se tornou o compositor brasileiro contemporâneo mais gravado por artistas do jazz e do pop, numa lista que ainda inclui, entre outros, Sting, George Benson, Sarah Vaughan, Mark Murphy, Barbra Streisand, Diana Krall ,Manhattan Transfer, Dianne Schuur, Carmen McRae, Nancy Wilson, Patti Austin, Take Six, Lee Ritenour.

 

Este novo reencontro acontece 14 anos após o lançamento de “Baiana da Gema”, álbum no qual Simone interpretou 13 canções então inéditas, especialmente escritas para ela por Ivan Lins.

 

A dupla voltou a algumas dessas músicas e tantos outros clássicos de Ivan Lins gravados pela cantora nas últimas décadas. No repertório, entre outras, ouviu-se “Começar de novo”; “Antes que seja tarde”; “Bilhete”, “Daquilo que eu sei” e “Baiana da gema" .

 

Texto e Fotos - Alexandre Rosado Albuquerque

 

 

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Gala de abertura “Festival Flamenco Casino Estoril” com Saray de los Reyes e Juan de los Reyes

 

Em noite festiva, filha e pai partilham o palco com a cantora Mercedes Cortés e o guitarrista Jordi Flores.

 

Lole de los Reyes, nascida em Sevilha, pertence à família De los Reyes, sendo filha do mestre Juan de los Reyes, com o qual aprendeu a essência do flamenco. Continua a sua aprendizagem com a mestre Farruca, atuando nos melhores tablaos de Anadaluzia e Madrid.

 

Juan de los Reyes nasceu em Sevilha em 1965. Começou a experimentar o flamenco em criança e aprendeu os seus primeiros passos com o maestro Pepe Ríos.

 

Estudou e aperfeiçoou a sua arte com o maestro Antonio Montoya Flores "Farruco", com quem partilhou o palco em inúmeros festivais e participou no filme "Bodas de Gloria" com "Farruquito", entre outros grandes artistas. Trabalhou ao logo da sua carreira nos tablaos de Sevilha, incluindo "Los Gallos", "La Trocha", "El Palacio Andaluz", em Barcelona, no tablao "El Cordobés", "Tablao de Carmen" e "Los Tarantos". Foi bailarino na companhia de Mario Maya, participando em actuações como "¡Ay Jondo!", "El Amargo", "El Réquiem".

 

Juan de Los Reys é considerado um dos grandes mestres da dança flamenca cigana e dedica-se ao ensino na sua academia, o Estúdio Flamenco de los Reyes.

 

Texto e Fotos - Alexandre Rosado Albuquerque

 

 

 

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Periodicidade Diária

quinta-feira, 25 de abril de 2019 – 17:45:30

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