Teve início no passado Domingo 24 Fevereiro, o Campeonato Nacional de Caça com Arco e Besta, da responsabilidade da Federação de Arqueiros e Besteiros de Portugal.
A primeira das 9 provas que compõem o Campeonato, teve lugar junto ao parque de jogos da Meia Via, uma freguesia de Torres Novas e contou com organização da União Desportiva e Recreativa da Zona Alta, uma das colectividades mais antigas na prática desta modalidade.
Tratou-se de uma prova animal distâncias desconhecidas, em que cada atirador dispunha da possibilidade de disparar 3 flechas para cada alvo, pontuando apenas a que valesse mais pontos.
Sem umas condições atmosféricas favoráveis à prática da modalidade, choveu e o terreno muito barrento, não criava as melhores condições aos atiradores.
Mesmo assim 75 atiradores terminaram a prova, tendo alguns atingido boas pontuações, nas quais temos que salientar o João Joaquim da União da Zona Alta, que com os seus 426 pontos, em 560 possíveis, cria uma marca impressionante para os seus 8 anos.
Também Miguel Rosa um juvenil da Zona Alta e Vanessa Samouco uma júnior do Team Target, se salientam por ganharem as suas provas apesar de ser a sua primeira época.
Quanto à prova em si, em conversa com alguns atiradores, fomos informados de que a prova estava bem delineada, sem falhas de segurança, lamentando apenas que o S. Pedro não tivesse colaborado.
Como nota negativa, dois factos a registar.
No primeiro caso, um atirador que mudou uma marca de tiro, retirou obstáculos naturais, alterando o grau de dificuldades, facto que alterou a verdade desportiva claramente a seu favor.
Esperamos que a Federação de Arqueiros e Besteiros de Portugal, tenha a coragem de ter mão pesada e punir exemplarmente o prevaricador.
Por outro lado uma atiradora apresentou uma queixa, por não concordar com o facto de ter em conjunto com outra, de acompanhar 4 jovens atiradores.
Consultados os regulamentos, concluímos que esta prática está regulamentada, pelo que não houve qualquer incumprimento da parte da organização, e a queixa não tem razão de ser.
Por outro lado soubemos também que uma filha da atiradora queixosa, foi acompanhada por outros atiradores, que lhe deram todo o apoio necessário e não se queixaram do facto.
A prática para além de regulamentar è habitual.
No final da prova, os atiradores receberam um miminho da organização, que os contemplou com uma sopinha caseira, que todos disseram ( e eu confirmo) estar muito boa e que lhes aconchegou os estômagos até à entrega de prémios.
Próxima prova, será uma prova de tiro de campo e terá lugar no próximo dia 2 de Março, na Ota e terá organização do CDCCL Queluz.
MÁRIO JOAQUIM
As Classificações desta prova estão disponíveis na area própria neste site